segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Dívida Ativa da União: saiba como regularizar a sua empresa

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Você sabe o que é ISS? E IPVA? Sua empresa pagou o IPTU direitinho no último ano? E os DARFs do Simples Nacional? Saiba que se você não quitar esses tributos, poderá adquirir uma Dívida Ativa da União. Assim, será necessário entender como regularizar a sua empresa para não ter problemas mais sérios no longo prazo, e, em alguns casos, nem tão longo assim.

Hoje em dia, as empresas brasileiras têm uma dívida acumulada de R$ 1,213 trilhão de reais, um crescimento de 20% em relação ao ano passado. Esse montante é considerável e um mau sinal para a nossa economia. No entanto, é claro que nem toda essa dívida está relacionada ao governo, mas mesmo assim é algo que vale a pena ter em mente para não sofrer no futuro.

Quer entender como regularizar a sua empresa em caso de dívida ativa da União? Então siga a leitura do artigo abaixo!

Como regularizar a sua empresa com dívida ativa da União: 5 pontos

1. IPVA

O IPVA é um dos impostos mais comumente ligados à Dívida Ativa da União. Isso acontece porque muitas empresas simplesmente esquecem de quitar o imposto dos seus carros, uma vez que é comum a ideia de que somente pessoas físicas pagam IPVA. Isso não é verdade: tanto empresas quanto pessoas físicas pagam IPVA e devem quitar esse imposto todo começo de ano.

Caso a sua empresa não tenha pago o IPVA de um ou mais dos automóveis da sua frota, é importante ir até a Secretaria da Fazenda da cidade onde o automóvel está emplacado e, no atendimento, explicar que o IPVA não foi pago. Um novo boleto será gerado para a quitação da dívida, com o valor total do imposto mais juros e multas pelo pagamento em atraso. Logo após o pagamento do boleto, sua empresa já estará livre desse débito e terá seu CNPJ retirado da cobrança da Dívida Ativa da União. 

Outra opção para você pagar o IPVA atrasado é entrar em contato com algum despachante que parcele o valor. Nesse caso, o despachante quita o imposto em dívida e você o reembolsa adicionando o valor dos serviços de forma parcelada. É uma ótima opção para quem está com o dinheiro mais curto no começo do ano.

2. IPTU

O IPTU é o mesmo caso do IPVA. Muitas empresas deixam de pagar o imposto no começo do ano por questão de esquecimento, ignorância sobre quem deve pagar o imposto, ou simplesmente dificuldades financeiras mesmo. Nesse caso, o processo de regularização da Dívida Ativa é muito parecido com o feito no IPVA, mas com a alteração sobre em qual órgão público deverá ir.

Dessa vez, você deve comparecer na Prefeitura da cidade onde está a sua empresa e negociar o valor do débito. Basta explicar no atendimento que o seu IPTU está em atraso (a maior parte das prefeituras já tem um protocolo pronto para isso) e você conseguirá uma nova guia de pagamento, com o valor do imposto acrescido de juros e multa pelo endividamento.

Em alguns casos, o valor do IPTU pode ser muito mais caro do que você imagina. Afinal de contas, muitas empresas têm galpões e armazéns enormes, cujo IPTU é relativamente alto. Um imposto desse atrasado por meses pode crescer bastante com o juros e multa. Assim, a opção de parcelamento é facilitada para a hora de quitar essa dívida.

3. Contas de consumo

Além de impostos, pode ser que a sua empresa ainda deva pagar contas de consumo, como cobranças de água, energia elétrica, gás e muito mais. Nesse caso, a dívida não é com a União, mas mesmo assim deve ser quitada.

Para isso, o seu melhor passo é entrar diretamente em contato com a fornecedora do serviço e negociar o pagamento como for melhor para você.

4. Parcelamento

Sim, grande parte das dívidas com a União pode ser parcelada, ainda que com um limite de vezes. Em alguns casos, o limite pode ser muito pouco para você. Nessas situações, um despachante pode ajudar a quitar a dívida mais rapidamente e com a possibilidade de parcelar em mais vezes.

5. Prescrição

Sim, prescreve. A Dívida Ativa é de origem tributária, o que dá à Receita Federal o direito de cobrança por 5 anos. Após esse período, a pendência prescreve. No entanto, é importante estar com o seu CNPJ sempre limpo para poder participar de licitações e benefícios fiscais.

Pronto! Agora que você entendeu melhor o que é uma Dívida Ativa da União e como regularizá-la, poderá garantir que a sua empresa não terá problemas com a cobrança do governo. Lembre-se de que, por exemplo, você não pode ter nenhum tipo de pendência para usufruir de benefícios fiscais ou participar de licitações com a Administração Pública. Portanto, regularize a sua situação agora mesmo!

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Como calcular a repartição dos tributos no Simples Nacional?

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O impacto dos impostos que as empresas pagam é enorme. Não é à toa que qualquer ferramenta valuation online usará esses dados para levar em consideração a vida financeira do negócio antes de dizer o quanto ele vale. Afinal de contas, uma empresa que paga muitos impostos tende a ter um NOPAT diferente daquela que paga menos e se torna menos eficiente no longo prazo.

Aqui no Brasil, as empresas costumam levar aproximadamente 2000 horas por ano para lidar com todas as suas responsabilidades tributárias. No entanto, há uma diferença nisso: as empresas que são do Simples Nacional não passam por isso. Pois é, elas podem pagar uma parcela mensal para simplificar a sua vida tributária e lidar com isso de maneira mais simples.

No entanto, para melhorar a sua gestão, é essencial saber como calcular a repartição dos tributos no Simples Nacional. Quer entender como fazer isso? Então siga a leitura do artigo abaixo!

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um tipo de regime tributário no Brasil que foi criado para facilitar a vida de micro e pequenas empresas, garantindo uma vida tributária mais fácil para elas.

Além de supostamente permitir uma carga tributária mais leve, o grande benefício do Simples Nacional é como facilita o pagamento de impostos, juntando 8 diferentes tributos em apenas uma guia, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Hoje em dia, para ser parte do Simples Nacional, é importante que a empresa não ultrapasse um faturamento anual de R$ 4,8 milhões. Vale lembrar, também, que apesar dos 11 milhões de MEIs do Brasil pagarem o DAS também e serem tecnicamente parte do Simples, não se trata do mesmo regime tributário, já que os impostos arrecadados são diferentes.

Como calcular os seus impostos?

Para calcular os impostos do Simples Nacional que você precisa pagar, existem quatro passos específicos. Eles vão desde entender a receita bruta da empresa no período, identificar tributos e parcelas e fazer o cálculo para chegar ao valor final pago todos os meses.

Tudo começa com o cálculo que determina quanto a sua empresa faturou no último ano. Isso é feito com base na RBT (Receita Bruta Total), o que consiste em todas as entradas de dinheiro na empresa. Para isso, basta abrir o seu software de gestão financeira e ver o total de entradas no último ano.

Depois disso, o próximo passo é consultar o anexo específico do Simples Nacional no qual a sua empresa se enquadra. Com base nisso, use a sua receita bruta total para encontrar a faixa de alíquota e parcela dedutível para o seu caso.

Depois de encontrar a parcela dedutível e alíquota do seu caso, você deverá chegar ao cálculo da alíquota efetiva do Simples Nacional. A alíquota efetiva é quanto você realmente paga de imposto e não quanto está marcado no regulamento do sistema.

Isso porque os impostos só são cobrados acima de uma faixa de faturamento. Dessa forma, você não paga exatamente a alíquota determinada, mas sim o impacto da alíquota em cima da sua parcela dedutível. Por exemplo, uma empresa de faturamento de R$340 mil pode pagar imposto sobre apenas uma parcela de R$ 5.940, caso esteja localizada no Anexo I do Simples Nacional.

Para chegar ao valor da alíquota efetiva, basta seguir essa fórmula:

  • [(RBT12 x ALIQ) – PD] / RBT12

Nela:

  • RBT12 = Renda Bruta Total dos últimos 12 meses;
  • ALIQ = alíquota no anexo do Simples Nacional;
  • PD = parcela dedutível na qual incide o imposto.

Como calcular a repartição dos tributos no Simples Nacional?

Com base nesses dados e cálculos, o próximo passo é achar a repartição dos tributos no Simples Nacional. Basta usar os dados e fórmulas específicas do Simples Nacional para chegar ao valor específico que será pago pela sua empresa. Depois disso, para calcular a repartição dos impostos do Simples, basta aplicar a alíquota de cada imposto na fórmula. A lista de alíquotas é a seguinte:

  • IRPJ: 5,50%;
  • CSLL: 3,50%;
  • Cofins: 12,74%;
  • PIS/Pasep: 2,76%;
  • CPP: 41,50%;
  • ICMS: 34%.

Basta usar cada alíquota para chegar à alíquota efetiva e entender quanto cada imposto consumiu do seu faturamento mensal. Lembre-se de que o Simples Nacional é pago mensalmente, por isso toda essa maquinação e cálculos complicados. No entanto, isso só é relevante mesmo para o seu contador, já que para você isso não tem tanto peso assim.

Agora que você aprendeu como calcular a repartição dos tributos no Simples Nacional e dominou esse tipo de regime tributário, já pode colocar esse conhecimento em prática na sua empresa. Lembre-se de que apesar do Simples Nacional ser o regime tributário mais fácil de entender, ele nem sempre é aquele com a menor carga tributária. Por isso, é vital ter um planejamento tributário para entender qual a melhor opção para você.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Precatórios: saiba como fica o pagamento dos atrasados do INSS

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Um assunto que esteve em alta recentemente foi a PEC dos precatórios, também conhecida como “PEC do calote”.

Essa repercussão trouxe para o público geral o conhecimento sobre esse formato de ação e como ele costuma ser trabalhado em uma empresa de serviços de contabilidade.

Entender o que são os precatórios e seu funcionamento é um dos principais passos para conseguir otimizar esse tipo de resultado, principalmente para quem deseja investir nesse tipo de atividade como uma fonte de renda.

Um precatório pode ser uma RPV (Requisição de Pequeno Valor) criado quando um segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ganha uma ação judicial contra a Previdência social, normalmente com um valor mais baixo, limitado a 60 salários mínimos.

O prazo de pagamento desses precatórios não costuma ser longo, demorando em média 2 meses a partir do momento em que a justiça definir a causa e entrando muitas vezes na contabilidade fiscal.

Neste caso, valores de até 66 mil reais acabam sendo muito mais ágeis, e o pagamento destas taxas não será alterado com a nova PEC, uma vez que tratam-se de valores pequenos do ponto de vista judicial.

Entretanto, nos casos onde o valor do precatório ultrapassa o limite do RPV, a situação muda completamente. Neste caso, o prazo considerado é de pagamento até o dia 31 de dezembro para o ano em que o precatório entrou no orçamento.

Todos os precatórios costumam ser inscritos até o primeiro dia de julho de cada ano, dando o prazo de pagamento para 31 de dezembro do ano seguinte, o que já é um prazo muito maior do que o pagamento das RPVs.

O texto da PEC, que tem preocupado muitas pessoas que receberão valores futuramente, é o fato de limitarem as despesas anuais para pagamento desses precatórios, bem como o parcelamento destes créditos que podem ser verificados com serviços de contabilidade.

Esse medo acontece em grande parte porque efetivar direitos previdenciários no Brasil é um processo muito lento, em grande parte por falta de estrutura tanto da justiça quanto da Previdência Social para lidar com todos estes elementos.

O atraso começa no próprio INSS, e vai se estendendo por todo o processo, o que muitas vezes leva anos para ser concluído. Durante este período, na maioria das vezes, o beneficiário fica sem nenhum tipo de apoio, tendo que sobreviver de outras maneiras.

Até mesmo as pessoas que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada), que em muitos casos, não podem exercer atividade laboral por motivos de saúde, acabam tendo seus pagamentos atrasados, o que requer a eventualidade de pagamento por meio de precatório.

Calote na previdência social?

Um dos principais temores de pessoas que têm algum tipo de precatório para receber é o de calote nos pagamentos do INSS. Esse termo é muito amplo, e existe sim a possibilidade de “calote”, mas não como muitas pessoas pensam.

Os pagamentos determinados por precatórios irão acontecer, e não há risco de que estes valores sejam perdidos. Nesse aspecto, a chance de calote por falta de pagamento é inexistente.

Entretanto, os limites de pagamento para precatórios são muito menores do que os valores devidos pelo governo, o que fará com que os precatórios atrasem além de seu limite atual de pagamento em umplanejamento tributário contabilidade.

Nessa questão, muitos beneficiários podem sentir que estão sofrendo um “calote”, uma vez que os valores que eram devidos a pessoa podem acabar sendo levados mais adiante. Existe, entretanto, uma ordem de pagamento, que segue:

  • Doenças, deficiências e idade avançada;
  • FUNDEF;
  • Alimentares;
  • Comuns.

Um dos maiores problemas para o pagamento nessa ordem de prioridade é justamente a inserção do FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério), que acabará impedindo a quitação dos precatórios alimentares.

A maior preocupação com relação ao INSS é que estes pagamentos previdenciários se enquadram nos alimentares, o que pode gerar ainda mais atrasos a longo prazo.

Por conta disso, os segurados que não forem considerados idosos ou deficientes podem receber os valores apenas em 2023, e potencialmente até com mais tempo de atraso, criando um efeito “bola de neve”.

Como há uma limitação de pagamento anual, cada ano terá uma sobra maior, que se acumulará mais e mais, dificultando o pagamento dos valores e permitindo um atraso maior ainda, o que é bastante prejudicial para quem tem valores a receber.

Vale lembrar, entretanto, que o parcelamento de precatórios não leva em consideração os previdenciários, uma vez que os valores de parcelamento são muito maiores que os pagos nesse tipo de formato e garantindo mais transparência em um Esocial e departamento pessoal.

Como uma contraproposta, o credor do precatório que não entrar no orçamento anual pode optar por receber uma parcela única até o fim do ano seguinte ao que não foi contemplado. Entretanto, há um detalhe importante nesse processo.

Para enquadrar-se nesse grupo e receber no ano seguinte, é preciso abrir mão de 40% do valor do precatório, realizado em juízo através de um acordo. Embora isso garanta o recebimento do valor, significa uma perda considerável para o recebedor.

Uma das principais razões para esse tipo de atividade é o Auxílio Brasil, novo programa social que oferece um valor de 400 reais para pessoas em situação de necessidade. Embora o programa seja benéfico, ele acaba extrapolando os gastos do governo atual.

A solução para conseguir dar conta desse valor foi mexer na situação dos precatórios, o que embora à primeira vista pareça funcional, pode a longo prazo gerar uma série de problemas.

A PEC dos precatórios

O Projeto de lei propõe mudanças consideráveis nesse método de pagamento para dívidas que envolvem a previdência social. Trata-se de um espaçamento considerável no orçamento do Estado, e por conta disso muitos apoiadores do governo são favoráveis a ela.

A ideia é criar um espaço de mais de 90 bilhões de reais no orçamento, sem violar o teto do mesmo através da limitação anual de pagamentos de precatórios, bem como da correção nos gastos que pode ser um diferencial para escolher uma cotação de seguropara alguém que tem valores a receber.

Quando o governo atrasa o pagamento dos precatórios, ele fica inadimplente, e acaba tendo uma facilitação com a dívida que pode ser considerada por muitas pessoas como um risco para aqueles que seriam beneficiados pelo processo.

Os principais afetados pela PEC dos precatórios são, em termos gerais, a própria população, que sofrerá atrasos em pagamentos importantes e diminuirá o poder de compra de muitas pessoas, o que gera um impacto no mercado.

Os segurados que possuem ações no INSS são diretamente afetados, uma vez que ficarão sem pagamento até o governo regularizar a situação. Estes débitos podem ser de diversas fontes, e a PEC permite que o tempo sem recebimento seja ainda maior.

Além de ajudar no Auxilio Brasil, existem outros elementos que se relacionam com a PEC dos precatórios, embora as justificativas ainda encontrem certa resistência do ponto de vista político.

As despesas geradas com a vacinação para a pandemia do COVID-19 têm sido usadas como argumento, alegando que os gastos acabam movimentando além do esperado o orçamento anual do governo.

Além disso, outras taxas tributárias sofreram aumentos, bem como a movimentação do salário mínimo, que tem impacto direto nos cofres públicos e deve ser levada em conta quando realizado o orçamento da União para contratação de uma assessoria trabalhista.

Dentre os opositores da proposta, o principal argumento é a inconstitucionalidade da PEC. Por lei, o governo federal não tem autonomia e direito de atrasar suas dívidas, principalmente de maneira deliberada.

Ainda assim, a equipe de gestão financeira do governo optou por seguir em frente com a proposta e buscar aprovação por meios legais para conseguir encaminhar a proposta, que já passou por uma série de modificações.

Para se adequar às necessidades do governo, principalmente pelo caráter emergencial com o qual o país tem lidado, as alterações têm conquistado aprovação dentro da câmara e do senado, mas isso tem dividido opiniões.

Partidos políticos têm criado instabilidade entre eles por conta destas modificações, principalmente por lidar com uma medida que é bastante impopular do ponto de vista público.

Alguns partidos têm justificado seus votos à população, buscando mais transparência e clareza neste tipo de proposta e conseguindo ajudar a compreender melhor as mudanças que serão realizadas caso a PEC seja efetivamente realizada.

Considerações finais

Ainda há muita incerteza com relação à PEC dos precatórios, e ao futuro desse tipo de elemento jurídico como um todo.

Porém, para aqueles que tem algum valor a receber da previdência social por este método devem ficar atentos em uma consultoria em redução de custos.

Estas alterações serão muito importantes para entender o funcionamento da máquina jurídica para pagar dívidas da previdência social, e por isso é fundamental que qualquer interessado busque manter-se atualizado.

Dessa maneira, você conseguirá ter clareza de pensamento para tomar a melhor opção possível, independente de sua escolha final.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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MEI: Saiba como obter empréstimo e microcrédito para a sua empresa

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O MEI é uma das principais maneiras de se formalizar na atualidade. Esse formato permitiu que diversos empresários de serviços de contabilidade informais pudessem regularizar sua situação, sem precisar pagar as altas taxas de abertura de empresas convencionais.

O mundo tem passado por um processo conhecido como transformação digital, no qual uma série de avanços tecnológicos tornou-se parte do dia a dia das pessoas. Estes avanços têm facilitado diversas áreas, incluindo o empreendedorismo.

Isso porque empreender demanda atenção e recursos para conseguir lidar com uma série de detalhes importantes na criação de uma empresa, entretanto, o potencial de exploração no campo digital abriu portas para uma série de novas ações de desenho e melhoria de processos.

Hoje, não é necessário toda a infraestrutura de uma loja física para iniciar seu empreendimento, bastando um site de qualidade e o engajamento certo nas redes sociais para conseguir vender seu peixe com qualidade.

Por conta disso, o MEI, sigla para Microempreendedor Individual, acaba sendo uma importante forma de conquistar a regularização junto aos órgãos fiscais, uma vez que ele elimina uma série de impostos e taxas e permite que você consiga trabalhar com uma quantia módica.

O MEI é, como o próprio nome diz, um recurso individual. Ele é utilizado por pessoas autônomas e empresários que lidam com toda a empresa de consultoria fiscal e contábil sozinhos, com poucos recursos financeiros para conseguir otimizar suas ações.

Por conta disso, nem todas as companhias financeiras estão dispostas a oferecer linhas de crédito de qualidade para os MEI, uma vez que não há garantias mais fortes como em empresas tradicionais.

Isso não significa, entretanto, que estas empresas estão dispostas a perder os clientes. Existem diversas linhas do chamado microcrédito, um recurso de pequeno porte ideal para auxiliar o MEI em seus primeiros passos.

Tanto valores quanto parcelas e até mesmo taxas de juros são altamente variáveis, e vale a pena pesquisar antes de tomar uma decisão final, para que você consiga escolher a melhor forma de lidar com esse tipo de situação.

Além disso, é importante que você tenha algum conhecimento antes de ir a uma instituição financeira solicitar a linha de crédito para sua empresa de contabilidade para micro empresas. Não é incomum que as pessoas fiquem soterradas na burocracia necessária para aprovar valores, e saber lidar com isso é muito importante.

Opções de crédito para MEI

O capital inicial de uma empresa é um passo muito importante para seu funcionamento e sua qualidade. Por isso, obter uma linha razoável de crédito é muito importante tanto para manter seu negócio em atividade nos primeiros momentos quanto para alavancá-lo.

Isso porque o dinheiro emprestado de uma instituição para o MEI não deve ser usado para fins pessoais. O ideal é que você invista esse dinheiro na empresa, buscando maneiras de expandir seus negócios, como:

  • Atualização de equipamentos;
  • Compra de ativos;
  • Insumos para a produção;
  • Capital de giro.

Todos estes elementos são muito importantes para garantir resultados mais expressivos em um primeiro momento, permitindo que a companhia mantenha-se em atividade sem nenhum tipo de problema.

Embora seja a última opção, você pode até mesmo usar essa linha de credito empresarial para quitar contas que estejam em atraso, mas é importante ter atenção para evitar que esse processo se torne uma bola de neve e aumente sua dívida ainda mais.

As linhas de microcrédito são o principal meio de conseguir dinheiro rápido com o MEI.

Além disso, a maioria das instituições financeiras e bancos possuem opções desse tipo de crédito, e embora seja um valor menor que o de outros modelos empresariais, pode ser fundamental no início de sua jornada.

Além disso, a burocracia para o microcrédito é muito menor que a de outras opções, garantindo um retorno mais rápido do valor emprestado e possibilitando que você agilize esse tipo de situação.

Essa desburocratização se deve em grande parte ao baixo custo operacional dessas linhas. Por se tratar de um valor menor, o risco de inadimplência se torna menor também, o que agiliza todo o processo de liberação de dinheiro para um sistema de gestão de ativos.

Ainda assim, o MEI pode optar por outras formas de conseguir crédito junto a instituição financeira de sua preferência. Seja através de um cartão de crédito corporativo ou com investimentos, as possibilidades são inúmeras.

Conseguindo uma linha de crédito

Para que sua empresa comece a utilizar esse serviço, é preciso ter alguns pontos em mente. Estas ações são comuns e podem ser tomadas sempre que a empresa necessitar, abrindo novas portas e gerando oportunidades diferenciadas de negócios.

Ainda assim, é preciso ter em mente que cada companhia é única no mercado, e nem sempre a linha que serve uma empresa servirá para todas, ainda que você esteja lidando com companhias dentro do mesmo campo de atuação.

O ideal nestes casos é avaliar a realidade da empresa e optar pela melhor negociação, que interfira menos em seu limite de crédito conquistando os valores necessários para conseguir esse tipo de retorno em sua auditoria independente.

Valores de microcrédito

Os valores relacionados ao microcrédito variam muito de empresa para empresa, normalmente sendo calculados com base no investimento possível para que a empresa não tenha problemas em realizar os pagamentos.

Estes valores normalmente flutuam entre os cem reais e os vinte mil reais, dependendo do porte do MEI e da necessidade que o empresário possui para conseguir pedir esse valor, uma vez que isso identifica o quanto será liberado para ele.

Além disso, é importante ter em mente que o seu primeiro empréstimo em uma instituição financeira provavelmente será de limite baixo. Isso significa que você terá um valor abaixo do esperado, mas serve como uma forma de iniciar uma relação com o credor.

O pagamento em dia e a quitação do empréstimo mostra à instituição financeira que você está pronto para conseguir valores maiores, aumentando assim exponencialmente sua linha de crédito e garantindo uma oportunidade de pagamento muito maior para sua empresa.

Onde pedir?

Outro ponto importante na hora de selecionar o melhor crédito para seu MEI é saber onde solicitar o valor. Cada tipo de empresa possui uma série de elementos a serem levados em conta, e isso acaba sendo uma escolha subjetiva.

É considerada uma instituição regularizada qualquer tipo de banco, público ou privado, além de organizações sociais e até mesmo as cooperativas de microcrédito, o que amplia consideravelmente a gama de opções que você possui.

Os bancos públicos costumam ser os que oferecem as menores taxas de juros, e são ideais para empreendedores que não possuem muito capital para conseguir trabalhar corretamente. Entretanto, é preciso ter atenção na hora de negociar com estes bancos.

Normalmente, os bancos públicos são os mais burocráticos, o que pode se tornar um problema se a empresa precisar do valor rapidamente. Os programas do Governo Federal também se encaixam nesse tipo de trabalho.

As organizações filiadas ao Ministério do Trabalho são uma excelente opção para quem não se incomoda de pagar um pouco mais de taxa de juros, mas evita o transtorno e o trabalho com a burocracia dos bancos com o uso de um crédito factoring.

Estas empresas costumam ser muito mais fáceis de trabalhar, e são ideais para qualquer companhia que precisa de uma movimentação de capital rápida. Estas ações ajudam a ampliar as possibilidades de sua empresa.

Para conseguir encontrar as organizações de microcrédito, criou-se uma instituição conhecida como Abcred, ou Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças. Trata-se de uma organização que vincula diversas empresas à sua listagem.

Optar por uma destas empresas pode ajudar a melhorar ainda mais o posicionamento de seu MEI no mercado, ampliando rapidamente suas linhas de crédito dentro desse tipo de funcionalidade.

Informações legais

Existe ainda a questão de diversos outros itens que são levados em conta, como a documentação exigida para esse tipo de operação, os limites de parcelas de crédito e as garantias para conseguir o valor necessário.

Normalmente, estas informações dependem da finalidade do microcrédito. Se você está buscando capital de giro, as regras não serão as mesmas de uma linha de crédito específica para infra-estrutura, e devem ser levadas em conta na hora de trabalhar esse capital.

Para contratar os serviços no banco, é interessante que o usuário possua pelo menos uma conta corrente na instituição escolhida, normalmente com pelo menos 3 meses de atividade. O mesmo não se aplica para as operadoras de crédito diretamente.

Considerações finais

O microcrédito pode ser um salvador para uma empresa que ainda está em seus estágios iniciais, e não vendeu o suficiente para se sentir confortável no mercado. Por conta disso, é importante saber os detalhes desse tipo de operação.

Assim, você estará preparado para aproveitar melhor seus recursos enquanto MEI, e garantir uma boa linha de crédito para suas necessidades iniciais.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Como se tornar um especialista na sua área?

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Você sabe como se tornar um especialista na sua área? Se não, é hora de começar a aprender. Afinal de contas, a especialização constante é uma característica do mercado de trabalho atual, especialmente em áreas como a de tecnologia, onde não basta mais ter um certificado de curso de informática, mas sim um currículo com constantes atualizações e preparos.

Uma das vantagens de se tornar um especialista em sua área é o fato de ter um posicionamento de mercado muito mais forte do que o de outros concorrentes. Ainda que profissionais mais completos e versáteis sejam necessários (os chamados “Profissionais redondos”, que atuam de maneira mais flexível), o fato é que os profissionais “agudos” (aqueles que são altamente especializados em uma área) são os que têm melhores salários e mais estabilidade, pois são mais difíceis de serem substituídos.

Quer aprender como se tornar um especialista na sua área? Então siga a leitura do artigo abaixo para aprender!

Como se tornar um especialista na sua área: 5 passos

1. Estude a viabilidade

O primeiro passo para se tornar um especialista em qualquer área é estudar a viabilidade dessa empreitada. Afinal de contas, pode ser que não seja possível ou vantajoso se especializar em determinados segmentos.

Por exemplo, suponha que você seja um tradutor e queira se especializar em um idioma específico da Sibéria, o Tofa. Esse idioma é falado por apenas 30 pessoas hoje em dia e é muito interessante, tendo termos específicos para designar o quão fácil é montar uma rena, por exemplo.

No entanto, por mais interessante que seja, não é viável aprender o Tofa: em primeiro lugar, não há professores. Em segundo, não há demanda na área de tradução para esse idioma, não será um diferencial de trabalho.

É logicamente mais vantajoso se especializar em idiomas como o Francês, Japonês, Mandarim ou outro da lista de mais falados, pois será mais fácil dominar o conteúdo e haverá demanda para o trabalho.

Esse é o tipo de pensamento que você deve ter: é possível se especializar nessa área no Brasil? Se sim, há demanda para ela no seu trabalho? Se a resposta for “sim” para ambas, então o projeto é viável.

2. Faça um roadmap com habilidades e certificados

Se a sua especialização for viável, o próximo passo é trabalhar em um roadmap que estabeleça quais são as habilidades e certificados que você precisa ter para ser um especialista no segmento.

Vamos supor que você queira ser um Analista de Dados especializado em Marketing Digital. O que é necessário para isso?

Em primeiro lugar, é vital dominar a Análise de Dados, que inclui conhecimentos de Programação, Estatística e Matemática. Depois, é vital dominar o Marketing Digital. Por fim, combinar os dois conhecimentos em um projeto prático.

Sabendo disso, você pode montar um mapa que vai explicar cada passo do caminho: onde você vai aprender Matemática? Quais os conhecimentos da Matemática que precisará? E Programação? Qual linguagem?

Isso guiará o seu aprendizado e tornará mais fácil ser um especialista na área que você deseja.

3. Trace um plano para obter conhecimentos

O próximo passo é trabalhar em um plano para obter os conhecimentos que você precisa. Suponha que você pegou esse roadmap para ser Analista de Dados no Marketing Digital e você já é um Analista de Dados. Então o que falta? O Marketing Digital!

O passo seguinte seria, portanto, fazer um curso de Marketing Digital, especialmente um alinhado já com a Análise de Dados. E como você pode obter esse curso? Onde estudar? Qual certificado você vai precisar?

Ao responder isso, você saberá o que fazer a seguir. Depois de obter esse conhecimento, avance para o próximo no seu roadmap até concluir o caminho designado.

4. Crie reputação interna no mercado

Enquanto você está treinando e estudando para ser um especialista, que tal começar a desenvolver a sua reputação no mercado? Afinal de contas, um especialista não é só alguém que sabe, mas sim alguém que as pessoas reconhecem como autoridade.

Para isso, trabalhe com Marketing Pessoal, publique artigos e conteúdos, divulgue seus conhecimentos e tenha uma estratégia para participar de podcasts, vídeos e matérias na imprensa.

Assim, você será conhecido como um especialista no setor e isso abrirá muitas portas no curto, médio e longo prazo.

5. Invista em avançar a sua área

Por fim, não se limite a absorver conhecimentos, crie os seus também. Avance a sua área um pouquinho de cada vez! Faça experimentos, pesquisas e desenvolva tecnologias. Esse é o último passo de ser um especialista: ser responsável por avançar o conhecimento que tínhamos antes.

Ao fazer isso, você se tornará realmente uma autoridade mesmo entre especialistas da área. 

Pronto! Agora que você entendeu como se tornar um especialista na sua área, o mais indicado é começar a trabalhar nesse projeto de auto-desenvolvimento. Lembre-se de que é vital, sim, ter conhecimentos amplos para ser alguém flexível na sua empresa, mas um ótimo nível de especialização pode desbloquear oportunidades que você não teria de outra forma.

Gostou do conteúdo? Então comente abaixo com a sua opinião e conte em qual área você gostaria de se especializar!

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5 profissões para quem ama tecnologia

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A busca por profissionais de tecnologia aumentou mais de 670% só em 2020. E a tendência é que esse número aumente nos próximos anos. Se você é apaixonado por tecnologia e tem interesse em atuar na área, continue lendo este artigo.

Separamos diversas profissões para quem pretende trabalhar na área, destacando os pontos mais importantes de cada segmento. Acompanhe! 

Quais são as profissões mais indicadas para quem ama tecnologia? 

A partir de agora, conheça quais são as profissões mais indicadas para as pessoas que gostam de tecnologia. Explicaremos como funciona, as características, pontos positivos, entre outras questões. 

1- Arquiteto de redes 

Trata-se de um profissional que tem como missão criar e administrar redes como intranets organizacionais e infra estruturas que estão montadas na nuvem. 

O profissional é responsável ainda por monitorar as tendências a serem implementadas nas redes de computadores e comunicação de dados. 

Quem trabalha nessa área também elabora o orçamento e cuida da implementação de sistemas e redes. Aliás, é fundamental deixar claro que as demandas diárias exigem um conhecimento profundo de sistemas. Então, ter paixão pelos estudos é primordial. 

2- Ciência de dados 

Com a quantidade de dados disponíveis no mundo online, descobrir como utilizá-los e interpretá-los é uma atividade cada vez mais importante nas empresas. Diante desse cenário, o cientista de dados se transformou em uma das principais carreiras do mercado de tecnologia. 

Uma das principais vantagens dessa área é que o campo é bastante flexível e contém várias atividades em que o profissional pode atuar. As demandas variam conforme a indústria, o negócio e o segmento em que o cientista desempenha as suas atividades. 

Geralmente, o cientista tem como missão construir uma base sólida de dados para desenvolver análises profundas, o que pode ser executado por diversos processos. Com os dados em mãos, as empresas conseguem compreender o negócio e os clientes com mais clareza, garantindo tomadas de decisões assertivas. 

Veja abaixo quais são as instituições que mais contratam cientista de dados.

  • Fornecedoras de soluções de tecnologia; 
  • Instituições financeiras;
  • Instituto de pesquisa;
  • Internet;
  • E-commerce;
  • Entre outros. 

Para atuar nessa área, é importante ser formado em computação, estatística, engenharia, matemática ou física. 

3- Computação 

Basta analisar os processos seletivos das faculdades para perceber que os cursos de ciências e engenharia da computação são graduações bastante concorridas pelos estudantes. 

Isso porque, os profissionais de computação são muito solicitados por empresas de vários setores e por isso é uma das principais áreas em tecnologia. 

Você pode atuar em várias frentes, entre as quais: implementação e manutenção de redes, segurança de dados, desenvolvimento de produtos e análise de sistemas. 

4- Desenvolvedor Mobile 

À medida que smartphones e tablets crescem em nosso país, o segmento de desenvolvimento mobile se desenvolve no mercado. Nessa área, a criação de aplicativos é um dos principais destaques. 

Para ter sucesso no mercado, é fundamental pensar nas necessidades e experiência dos usuários. 

Sem dúvidas, é um ótimo momento para investir em desenvolvimento de aplicativos. Afinal, as companhias têm apostado nos aplicativos para se aproximar do público, garantindo um diferencial competitivo no mercado. 

5- Gestão de Tecnologia da Informação

Conhecida também como Gestão de TI, o profissional dessa área é responsável pelo gerenciamento de hardwares e softwares, além de ajudar na organização. 

Nesta posição, o gestor tem como foco otimizar os processos para facilitar a rotina dos colaboradores. Veja abaixo quais são as atividades mais comuns para esses profissionais. 

  • Definir regras para utilização correta de sistemas; 
  • Controlar serviços de sistemas operacionais e de banco de dados de empresas; 
  • Diminuir impactos na área de tecnologia da informação;
  • Conduzir os recursos humanos conectados aos setores de TI nas empresas; 
  • Monitorar a rotina dos membros do time e administrar a infraestrutura física e lógica de todos os locais informatizados. 

Após descobrir quais são as profissões para quem ama tecnologia, siga-nos nas redes sociais e conheça outras dicas importantes para a sua carreira. 

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