quinta-feira, 30 de março de 2023

O que significa a suspensão do consignado do INSS para aposentados adotado pelos bancos? 

A suspensão do consignado do INSS para aposentados adotado pelos bancos é uma medida que tem gerado muitas dúvidas e preocupações entre os beneficiários. 

Essa decisão, que foi tomada em decorrência da pandemia do coronavírus, tem impactado diretamente a vida financeira de muitos idosos que dependem desse empréstimo para complementar a renda. 

Sendo assim, vale entender o que significa essa suspensão e quais são as suas consequências para os aposentados.

Empréstimo no modelo consignado é popular

O crédito consignado é uma das modalidades de empréstimo mais populares no Brasil. Ele é especialmente importante para os aposentados que, muitas vezes, precisam complementar a sua renda para fazer frente às despesas do dia a dia.

O crédito consignado funciona de maneira bastante simples: o aposentado solicita um empréstimo ao banco e autoriza que as parcelas sejam descontadas diretamente do seu benefício do INSS, conforme classificação de arquivos passados. 

Dessa forma, as instituições financeiras têm a garantia de que as parcelas serão pagas em dia. Por um lado, essa ação ajuda a reduzir o risco de inadimplência e, por outro, permite que bancos e financeiras ofereçam taxas de juros reduzidas. 

Para os aposentados, o crédito consignado pode ser uma boa opção porque oferece uma série de vantagens, como as taxas de juros mais baixas. 

Vale ressaltar que o crédito consignado não exige garantias, como veículos ou imóveis, o que significa que, mesmo quem não tem bens para oferecer como segurança, pode ter acesso ao empréstimo.

Outra vantagem do crédito consignado é a possibilidade de parcelar o valor em até 72 meses, o que permite que o aposentado escolha uma opção de pagamento que se encaixe no seu orçamento mensal.

No entanto, é importante lembrar que o crédito consignado deve ser utilizado com responsabilidade e planejamento, pois ele está sujeito a contabilidade fiscal e tributária, conforme o contrato firmado. 

Como as parcelas são descontadas diretamente do benefício do INSS, é preciso ter certeza de que será possível arcar com essas despesas sem comprometer as demais obrigações financeiras.

Decisão federal reduz juros de consignado

A redução dos juros para o crédito consignado foi uma medida adotada pelo governo federal em meio à pandemia do coronavírus, com o objetivo de ajudar a população a enfrentar as dificuldades financeiras causadas pela crise.

O CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) aprovou, ainda em abril de 2020,a redução da taxa máxima para o crédito consignado de 2,08% para 1,80% ao mês. 

Além disso, a resolução também ampliou o prazo máximo para pagamento das parcelas de 72 para 84 meses, com uma gestão de arquivos mais abrangente. A medida foi tomada em caráter excepcional e temporário, com validade até dezembro de 2020. 

No entanto, em setembro do mesmo ano, o governo prorrogou a redução dos juros até abril de 2021. Posteriormente, a medida foi novamente prorrogada até o final de 2021.

A redução dos juros para o crédito consignado foi uma forma de oferecer mais acesso ao crédito para os aposentados e pensionistas, além de contribuir para a retomada da economia do país. 

Vale lembrar que, assim como outros modelos de empréstimo, o crédito consignado também exige responsabilidade e planejamento, para evitar o endividamento excessivo e garantir a estabilidade financeira dos beneficiários do INSS.

Bancos públicos e privados suspendem consignado

Alguns bancos privados e públicos suspenderam temporariamente a oferta de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS, mesmo com a retomada crescente da economia pós-pandemia e compra de mandrilhadora portátil para serviços de complementação de renda.

Essa decisão foi motivada por algumas razões, sendo a principal delas o aumento do número de fraudes e irregularidades envolvendo essa modalidade de empréstimo. Os casos de fraude e irregularidades no crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS têm sido frequentes nos últimos anos. 

Segundo dados do Ministério da Previdência Social, apenas em 2019, foram registradas mais de 3,6 milhões de reclamações relacionadas a empréstimos consignados, sendo que a maioria dos casos envolvia aposentados e pensionistas.

Além disso, a crise econômica causada pela pandemia de COVID-19 aumentou a inadimplência e o risco de calote, o que pode ter levado os bancos a adotarem medidas mais restritivas para a oferta de crédito consignado.

Diante desse cenário, alguns bancos decidiram suspender temporariamente a oferta de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS.

No entanto, outras instituições financeiras continuam oferecendo essa modalidade de empréstimo, mas com algumas restrições e medidas de segurança adicionais para evitar fraudes e irregularidades no prontuário eletrônico disponível.

Especialistas e sociedade debatem o consignado

A suspensão do crédito consignado para aposentados do INSS adotada pelos bancos recebeu diferentes reações por parte dos especialistas e da sociedade. 

Por um lado, alguns especialistas criticam a suspensão, afirmando que ela pode prejudicar quem depende desse tipo de empréstimo para complementar a renda. 

Além disso, há o argumento de que a suspensão pode prejudicar a economia, já que o crédito consignado é uma modalidade de empréstimo que movimenta o mercado.

Por outro lado, há especialistas que defendem a suspensão, argumentando que ela pode ajudar a reduzir o número de fraudes e irregularidades envolvendo essa modalidade de empréstimo. 

Ainda assim, muitos afirmam que a suspensão pode incentivar os bancos a adotarem medidas mais rigorosas de segurança para evitar problemas no futuro.

Sociedade se posiciona e pensa no futuro

Assim como uma empresa de protetor de mão moto sabe, a sociedade em geral teve reações mistas sobre a suspensão do crédito consignado para aposentados do INSS. 

Enquanto alguns aposentados e pensionistas lamentam a suspensão, outros defendem a medida como uma forma de evitar problemas futuros.

Bancos procuram solução para todos

Em relação aos bancos, cada instituição adotou medidas diferentes em relação ao crédito consignado. 

Alguns bancos suspenderam temporariamente a oferta de empréstimos consignados para aposentados e pensionistas, enquanto outros continuam oferecendo a modalidade, mas com algumas restrições e medidas de segurança adicionais.

De modo geral, a situação continua incerta em relação ao crédito consignado para aposentados do INSS. 

A suspensão foi adotada como uma medida preventiva para evitar problemas futuros, mas ainda não está claro como a situação irá se desenvolver no futuro. 

Os bancos, por sua vez, afirmam que estão trabalhando para adotar medidas de segurança mais rigorosas e para garantir que o crédito consignado continue sendo uma modalidade segura e confiável para os aposentados e pensionistas.

Suspensão de crédito consignado afeta a economia?

A suspensão do crédito consignado pode ter impactos significativos na economia, especialmente no setor financeiro e no mercado de crédito.

Uma das principais consequências da suspensão do crédito consignado é a redução da oferta de crédito disponível no mercado. 

Como os bancos deixam de conceder empréstimos consignados aos aposentados e pensionistas do INSS durante o período de suspensão, isso pode afetar negativamente a disponibilidade de recursos para outras atividades econômicas, como:

  • Acesso a serviços particulares de saúde;
  • Compras de bens de consumo;
  • Investimentos;
  • Pagamentos pré-programados.

Além disso, a suspensão do crédito consignado pode ter impactos na inadimplência, que pode aumentar caso os aposentados não consigam honrar com as suas obrigações financeiras durante o período de suspensão. 

Isso pode afetar a saúde financeira das instituições financeiras e reduzir a confiança do mercado em relação aos bancos que concedem esse tipo de empréstimo.

Por outro lado, a suspensão do crédito consignado pode ajudar a reduzir o endividamento excessivo dos aposentados e pensionistas do INSS, o que poderia contribuir para uma maior estabilidade financeira desses beneficiários e, consequentemente, maior estabilidade econômica.

De fato, a suspensão do crédito consignado pode ter efeitos significativos na economia, tanto para empresas de saco de rafia para entulho, quanto para aposentados.

Cabe às autoridades e às instituições financeiras monitorar de perto os impactos dessa medida e buscar alternativas para minimizar seus efeitos negativos e maximizar seus efeitos positivos.

Conclusão

A suspensão do crédito consignado para aposentados e pensionistas foi uma medida adotada pelos bancos em meio à pandemia do coronavírus para ajudar a população a enfrentar as dificuldades financeiras causadas pela crise. 

Essa medida teve como objetivo reduzir o endividamento excessivo dos aposentados e pensionistas durante um período de crise econômica.

No entanto, a suspensão do crédito consignado também gerou preocupações em relação aos juros e encargos que podem ser cobrados durante o período de suspensão, bem como em relação ao prazo de pagamento das parcelas após o fim da suspensão.

Os aposentados e pensionistas do INSS devem estar atentos às alternativas oferecidas pelos bancos para renegociação de dívidas e planejar suas finanças para o futuro próximo. 

É importante buscar informações sobre as condições específicas oferecidas por cada instituição financeira e escolher a melhor opção para a sua situação financeira.

Para o futuro próximo, é possível que os bancos adotem medidas adicionais para ajudar os aposentados e pensionistas a enfrentar as dificuldades financeiras causadas pela pandemia do coronavírus e todo o cenário econômico que se altera por diversos fatores.

No entanto, é necessário até mesmo você que trabalha com sistema de controle de acesso  acompanhe de perto os impactos dessas medidas na economia e buscar alternativas para minimizar possíveis efeitos negativos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


quarta-feira, 29 de março de 2023

Imposto de Renda: Saiba o que deve ser declarado

Uma dúvida muito comum entre as pessoas que precisam fazer a declaração do Imposto de Renda é o que deve ser declarado.

É importante saber mais sobre esse assunto para cumprir com sua obrigação de contribuinte e evitar pendências com o fisco.

Alguns tipos de bens precisam ser obrigatoriamente declarados no Imposto de Renda, sendo alguns deles mais conhecidos e outros nem tanto.

Para que saiba mais sobre o tema, trouxemos este artigo que apresenta as principais informações sobre o que declarar no Imposto de Renda.

O que é o Imposto de Renda?

Em suma, é um tributo federal colocado todo ano sobre a renda, ou seja, sobre aquilo que cada um recebe, junto da evolução patrimonial das pessoas ao longo do tempo.

Esse acompanhamento é feito desde 1922, de forma que o governo solicita aos trabalhadores e empresas que informem seus ganhos anuais à Receita Federal.

No ano seguinte, é avaliado se o que foi cobrado de uma empresa produtora de permanganato de potássio o que realmente era necessário pagar de acordo com os rendimentos.

Para que o Imposto de Renda é usado?

O pagamento do Imposto de Renda tem uma justificativa social. A proposta é que a parcela da população que tem rendimentos maiores contribua mais com o governo, gerando dinheiro para melhorias na qualidade de vida da população.

A importância desse imposto é tão grande que desde 1979, ele é uma das maiores fontes de receita do Governo Federal. Para ter uma ideia, em 2021, a arrecadação federal obteve um total de R$1,878 trilhão, 17,36% acima do que foi arrecadado no ano anterior.

Por que declarar Imposto de Renda? 

Segundo o Ministério da Fazenda, parte dos impostos arrecadados no Brasil é destinado para áreas, como:

  • Saúde;
  • Educação;
  • Programas de transferência de renda;
  • Segurança;
  • Diversos serviços públicos prestados ao cidadão.

Outra parcela do Imposto de Renda é destinada para programas de inclusão social e geração de empregos, como o plano de reforma agrária, saneamento, reurbanização de áreas degradadas e construção de habitações populares.

Para finalizar, uma fração é colocada em aplicações sobre infraestrutura, cultura, esporte, segurança pública, defesa do meio ambiente e estímulo ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia.

Com todas essas informações, sua empresa de tubo de aço carbono pode concluir que pagar o Imposto de Renda gera dinheiro para melhorias no país.

Como faço para declarar meu Imposto de Renda?

Normalmente, a declaração do Imposto de Renda é feita do início de março até o fim de abril. A Receita Federal libera todos os anos o programa de Declaração do Imposto de Renda.

O primeiro passo é realizar o download do Programa Gerador da Declaração (PGD IRPF ANO) no site da Receita Federal. Também é possível baixar o aplicativo “Meu Imposto de Renda” no Google Play para Android ou na App Store para iOS.

Quem tiver o certificado digital, pode acessar o Centro Virtual de Atendimento e-CAC no site da Receita Federal. Lá, pode encontrar a declaração pré-preenchida, sendo necessário apenas validar as informações.

Sua empresa de pinça de freio deve saber que é importante conferir se está ou não obrigada a informar o número do recibo da declaração de ajuste do ano anterior.

No caso da soma dos seus rendimentos e de seus dependentes for inferior a R$200 mil, você está dispensado dessa exigência. No programa, o contribuinte deve selecionar na tela de entrada “Nova declaração”, “em preenchimento” ou “já transmitidas”. 

Caso não esteja seguro de fazer a declaração de Imposto de Renda sozinho, o ideal é contar com a ajuda de um profissional especializado em contabilidade.

Imposto de Renda: o que declarar?

Pontuamos a seguir os principais pontos que precisam ser apontados em sua declaração de Imposto de Renda.

Gastos médicos

Uma empresa de auditoria contábil sabe que as despesas médicas, bem como gastos com o pagamento de planos de saúde, devem ser declarados, não contando com limite de dedução.

Na declaração do Imposto de Renda, podem ser apontados gastos médicos do titular e dos dependentes ou alimentandos (se houver previsão na decisão judicial).

Segundo o regulamento, existe a possibilidade de deduzir os pagamentos feitos a profissionais da saúde como:

  • Médicos;
  • Dentistas;
  • Psicólogos;
  • Fonoaudiólogos;
  • Terapeutas ocupacionais;
  • Fisioterapeutas;
  • E hospitais.

Também estão incluídas aqui as despesas com próteses dentárias e ortopédicas, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e exames laboratoriais.

Despesas com educação

O valor gasto com educação pelo titular e seus dependentes também deve ser declarado e é dedutível, embora exista um limite anual individual de R$3.561,50.

Só são considerados os pagamentos feitos a estabelecimentos de ensino relativos à educação infantil, ao ensino fundamental, ensino médio, educação superior e educação profissional.

Isso faz com que aulas particulares ou extracurriculares, como natação, inglês ou um curso sobre o cálculo de décimo terceiro, bem como gastos relacionados a materiais didáticos, transporte, livros, entre outros, não podem ser deduzidos.

Ganhos

Tudo o que se recebe do contribuinte, como é o caso da aposentadoria, salário, rendimentos de aluguel e pensão alimentícia, devem ser colocados como “rendimentos tributáveis”. 

Prêmios de loteria e o 13º salário são rendimentos tributados na fonte. No caso do seguro-desemprego, a poupança e as indenizações devem ser nomeadas ao fisco como “rendimentos isentos e não tributáveis”. 

Pensão alimentícia

Quem paga pensão alimentícia pode declarar os valores que destina para esse fim para deduzir a base de cálculo do Imposto de Renda, de forma que os lançamentos precisam ser feitos na ficha de “Pagamentos Efetuados”.

No caso de quem recebe a pensão alimentícia, precisa mostrar uma declaração mensal via Carnê Leão se o valor foi maior que R$1.903,98. 

No caso do valor ganho ser inferior, é possível apenas fazer um lançamento diretamente na declaração anual do IRPF, caso seja preciso. 

É importante que sua empresa de digitalização de documentos saiba que a pensão alimentícia pode ser dedutível para o pagante somente em casos específicos.

Isso se aplica aos casos em que há um acordo homologado judicialmente ou por escritura pública acerca dos valores ou uma decisão judicial.

Contribuição previdenciária obrigatória

É interessante saber que a contribuição previdenciária obrigatória diminui a base do Imposto de Renda, não havendo limite de dedução. A maneira mais prática e fácil de descobrir o valor é verificando o contracheque que a própria empresa fornece. 

Contribuição previdenciária complementar

Na situação dos valores que estão ligados à previdência complementar podem aumentar no montante e auxiliar a restituir ou diminuir do Imposto de Renda. 

Sua empresa de aviso de licitação deve saber que o máximo que pode ser reduzido da base de cálculo é 12% dos rendimentos tributáveis.

Aluguel

Quem paga aluguel precisa declarar os valores para que a Receita Federal cruze esse dado com a informação apresentada pelo dono do imóvel que recebe esse montante. No entanto, esse gasto não pode ser deduzido do Imposto de Renda.

Caso seja dono de um imóvel e ganhe aluguel, é necessário declarar esse valor na ficha de “rendimentos tributáveis recebidos de pessoa física”.

Valores em conta-corrente e poupança

É preciso também declarar a quantia que você tinha no banco, tanto na poupança quanto na conta-corrente, no último dia do ano anterior (31 de dezembro). Se o seu saldo naquele momento for inferior a R$140 não é preciso declarar.

Quantias em moeda estrangeira

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, não são somente os valores em dólar que precisam ser declarados, e sim, qualquer quantia armazenada em moedas estrangeiras, inclusive em espécie.

Além de fazer a declaração à Receita Federal, pode ser preciso prestar esclarecimentos ao Banco Central por meio de formulários específicos, dependendo da quantia de moeda estrangeira.

Considerações finais

A prestação de contas feita pela declaração anual permite que saiba se já pagou tudo que precisava pagar. Caso tenha desembolsado alguma renda a mais, a Receita Federal pega o dinheiro e devolve diretamente em sua conta, o que é chamado de restituição. 

Porém, no caso de já ter pago o imposto com um valor menor no ano, então, terá que pagar o que falta na receita através do débito automático, PIX ou boleto bancário. 

Fique sabendo que o prazo de entrega do Imposto de Renda de 2023 se iniciou do dia 15 de março e vai até dia 31 de maio. Saiba que não cumprir com as obrigações tributárias pode gerar consequências desagradáveis para qualquer um.

Ao deixar de declarar o Imposto de Renda, você está sujeito a multas, seu CPF fica irregular e você pode ser acusado de sonegação fiscal.

Nem todas as pessoas são obrigadas a fazer a declaração do Imposto de Renda, mas se você precisar fazer e não o fizer, pode cair na malha fina.

Isso significa que a Receita Federal cobra explicações e pode aplicar punições. Aconselhamos que busque por uma boa empresa de contabilidade fiscal e tributária para te auxiliar nesse momento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


terça-feira, 28 de março de 2023

Conheça os melhores planos de saúde para MEI

Depois da formalização de um negócio, um MEI tem outro grande compromisso que não pode ser adiado: cuidar da sua saúde. Justamente por causa das dúvidas relacionadas com o funcionamento de um plano de saúde para MEI, trouxemos este artigo.

São tantas as preocupações no dia a dia de um microempreendedor individual que eles podem acabar se esquecendo que precisam fazer exames de rotina e visitar um médico periodicamente para evitar complicações a longo prazo.

O fato é que existe a grande vantagem de contar com custos bem mais baixos ao contratar um plano MEI se compararmos com um plano de saúde comum. Além disso, há a opção de incluir ao menos um beneficiário e deduzir os gastos no Imposto de Renda.

Após a leitura deste artigo você vai entender como funciona um convênio médico empresarial para o MEI e vai conferir uma lista com os melhores planos de saúde MEI.

O que é plano de saúde MEI?

O objetivo do plano de saúde voltado para microempreendedores individuais é disponibilizar acesso aos serviços médicos, hospitalares e laboratoriais oferecidos pela rede privada.

Seu funcionamento é similar aos planos de saúde concedidos por empresas de médio e grande porte, como uma empresa de tubo aço carbono. Com isso, o contratante pode economizar até 40% em relação ao necessário para investir em um plano comum.

As diversas operadoras oferecem o serviço com diferentes condições e valores em todo território nacional. Para realizar a contratação é preciso ter um CNPJ e cumprir alguns requisitos, como falaremos adiante.

Como funciona um plano de saúde MEI?

Como mencionamos, o funcionamento do plano de saúde MEI é muito semelhante a um plano contratado por pessoas físicas.

Isso significa que a partir do pagamento de uma mensalidade, você tem acesso a atendimento médico com profissionais credenciados. O convênio pode cobrir:

  • Consultas médicas;
  • Realização de exames;
  • Internações hospitalares;
  • Outras intervenções médicas necessárias.

Comumente, as empresas de telefonia requisitam que o plano destinado a empreendedores individuais seja oferecido para, pelo menos, duas pessoas, sendo elas o proprietário do plano e um beneficiário.

Existe também um período de carência que deve ser cumprido para poder usufruir de alguns serviços.

Todas as regras estarão registradas no contrato assinado entre sua microempresa de inspeção de caldeiras e sua operadora de plano de saúde MEI.

Regras do plano de saúde para MEI

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou em janeiro de 2018 que quem exerce uma atividade empresarial individual (autônoma) pode contratar um plano de saúde empresarial.

Um dos principais benefícios do plano de saúde para Microempreendedor Individual é a possibilidade de ter acesso a serviços médicos na rede privada com qualidade semelhante a um plano individual convencional, porém com custos mais acessíveis.

Para a contratação, o MEI deverá ter um CNPJ ativo há pelo menos 6 meses e ter pelo menos um dependente, que pode ser um familiar ou um funcionário.

Existe uma carência determinada por cada prestadora de serviço em relação à cobertura dos procedimentos, contado a partir da data de contratação do MEI.

Em algumas situações, como a existência de doenças preexistentes, o convênio pode suspender a cobertura de procedimentos de alta complexidade, então é interessante saber seu histórico, e você pode fazer um teste rápido HIV.

As diferentes operadoras possuem regras específicas para a comercialização dos planos de saúde empresariais. Procure uma agência da operadora de sua preferência e faça uma consulta em seu CNPJ para encontrar a melhor opção de plano de saúde MEI para você.

Quando contratar um plano de saúde MEI?

Para que você faça exames regulares de prevenção é importante ter um bom plano de saúde. Afinal, todos precisamos evitar problemas que podem se tornar graves no futuro se foram descobertos tardiamente.

Um exemplo são os exames de papanicolau que precisam ser realizados todos os anos pelas mulheres e o exame de próstata para homens.

Os exames de sangue para avaliar níveis de colesterol, assim como o hemograma, também são necessários. Existem, inclusive, planos que cobrem tratamentos oncológicos. 

No começo de suas carreiras, diversos empreendedores costumam passar longas horas focados em seus novos empreendimentos e, por conta disso, podem acabar se descuidando de sua alimentação ou da realização de atividades físicas.

Outra necessidade, para aqueles microempreendedores que passam muito tempo no computador, são as visitas periódicas a um oftalmologista.

Sua microempresa especializada em registrar marca INPI deve saber que quem possui miopia ou outro problema de vista, deve verificar se houve algum aumento do grau ou se existe algum risco para a saúde dos olhos.

Temos também aquelas pessoas que trabalham frequentemente de pé ou muito tempo sentadas. Esse é o caso de quem tem uma loja, cabeleireiros, esteticistas, artesãos, confeiteiros, músicos, profissionais de marketing, entre outros.

A questão é que passar muitas horas na mesma posição pode trazer dores na região lombar ou problemas na coluna, levando a uma redução significativa da qualidade de vida.

E outra questão interessante para o MEI é a possibilidade de deduzir os valores diretamente no Imposto de Renda do CNPJ de sua empresa de transporte.

Quanto custa um plano de saúde MEI?

Diversas empresas da área de saúde oferecem planos com preços interessantes para aqueles que possuem um pequeno negócio. Existem planos para MEI com mensalidades a partir de R$144 para o público de 0 a 18 anos de idade.

Como os preços variam conforme a faixa etária, os planos ficam mais caros à medida que a idade avança.

Informações relevantes para contratar um plano de saúde MEI

Cada plano de saúde oferece diferentes benefícios, e antes de contratar uma operadora, é preciso considerar algumas questões que vão além do preço.

Rede credenciada

Procure saber onde estão os hospitais, clínicas e laboratórios do plano, vendo se são de fácil acesso para você e seus dependentes. É comum que redes credenciadas mais escassas ofereçam preços mais baixos, então fique atento.

Cobertura do plano

Procure saber se o convênio atende no país inteiro ou somente no seu estado. A cobertura nacional costuma ter um valor maior, então avalie suas necessidades com sua microempresa de ERP construção civil.

Coparticipação

Parte do valor da consulta ou exame cobrada do contratante pelo plano é chamado de coparticipação. Cheque o valor pensando em como você usa o plano, para garantir que ele caberá no seu bolso.

Fazendo um plano de saúde MEI

É importante ter cuidado redobrado quando o assunto é saúde, e isso inclui a contratação de um convênio médico.

Para se cadastrar é bem simples: basta entrar em contato com a operadora de sua preferência ou falar com um corretor para saber em detalhes sobre os diferentes tipos de cobertura dos serviços.

Após escolher o melhor para você, é a hora de enviar os documentos, e a aprovação costuma acontecer em no máximo um dia. Então você terá acesso à carteirinha digital até que o documento físico chegue até seu endereço.

Vale ressaltar que não é só por ser MEI que está garantido que poderá contratar um plano de saúde para a categoria.

Existem alguns requisitos, como o tempo de atividade de sua empresa. É necessário que o profissional tenha em mãos documentos que comprovem pelo menos 6 meses de existência da empresa.

Já estar com esses papéis separados ajuda muito na hora de escolher o melhor serviço para o microempreendedor de uma loja de simulador de escada.

Condições para o plano de saúde MEI

As operadoras de serviço têm a função de definir as particularidades de cada serviço oferecido.

As prestadoras de serviço de planos de saúde contam com produtos com características singulares, e a regulamentação da ANS tem o intuito de conseguir as melhores condições para o MEI.

Contratos com até 30 vidas possuem um reajuste de valor único, aplicado a todos os beneficiários. Além disso, a cobrança pode sofrer uma readequação conforme a faixa etária.

É importante saber que empresas que oferecem plano de saúde MEI podem rescindir o contrato com o microempresário se ele não atender alguns critérios.

O primeiro é a não comprovação do exercício regular de sua atividade empresarial perante a Receita Federal.

E o segundo ponto é a ausência de pagamento da mensalidade, caso em que a operadora deve enviar um comunicado informando a falta de pagamento e a data em que o contrato será invalidado.

Leia atentamente todas as informações e esclareça suas dúvidas antes de assinar qualquer proposta. 

7 opções de planos de saúde para o MEI

Existem diversas opções de planos de saúde MEI disponíveis no mercado, com suas respectivas especificidades. Dessa forma, você pode escolher qual deles atende melhor às suas necessidades e expectativas. Os mais indicados são:

  • Plano de saúde MEI Notredame Intermédica;
  • Plano de saúde MEI Amil;
  • Plano de saúde MEI SulAmérica;
  • Plano de saúde MEI Unimed;
  • Plano de saúde MEI Bradesco;
  • Plano de saúde MEI Golden Cross;
  • Plano de saúde MEI Sami.

Você pode colher mais informações sobre cada um deles, mas todas as opções podem ser satisfatórias para um microempreendedor.

Considerações finais

Após conferir todas essas informações sobre o plano de saúde MEI, pode comparar as opções existentes e escolher a que melhor atende suas necessidades, afinal nunca se sabe quando você vai precisar de um procedimento médico, como trepanação craniana.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


sábado, 11 de março de 2023

Como Declarar Imposto de Renda MEI: Guia Passo a Passo

Se você é um microempreendedor individual, provavelmente sabe que precisa cumprir algumas obrigações fiscais para manter a sua empresa regularizada. Uma dessas obrigações é a declaração do imposto de renda MEI.

Apesar de parecer complicado, declarar o imposto de renda MEI é mais simples do que parece. Neste guia passo a passo, vamos abordar tudo o que você precisa saber para realizar a sua declaração sem dor de cabeça. Acompanhe!

Como Declarar Imposto de Renda MEI: Guia Passo a Passo

Quem Precisa Declarar Imposto de Renda MEI?

Antes de mais nada, é importante entender quem precisa declarar o imposto de renda MEI. De forma geral, todos os microempreendedores individuais que tiveram uma receita bruta anual de até R$ 81.000,00 em 2021 precisam realizar a declaração.

Vale lembrar que mesmo que você não tenha tido nenhum faturamento durante o ano, ainda precisa enviar a declaração para a Receita Federal.

O Que é o Imposto de Renda MEI?

O imposto de renda MEI é uma obrigação fiscal que o microempreendedor individual precisa cumprir todos os anos. A declaração serve para informar à Receita Federal sobre a sua situação financeira e tributária durante o ano anterior.

Quando Declarar Imposto de Renda MEI?

O prazo para a declaração do imposto de renda MEI é o mesmo do imposto de renda para pessoas físicas. Em 2022, o prazo para a entrega da declaração é até o dia 28 de abril.

Como Fazer a Declaração do Imposto de Renda MEI?

Para realizar a sua declaração do imposto de renda MEI, siga os seguintes passos:

  1. Acesse o site da Receita Federal e baixe o programa gerador da declaração do imposto de renda MEI;
  2. Preencha os campos solicitados com as informações referentes à sua empresa e à sua situação financeira;
  3. Verifique se todas as informações estão corretas e envie a declaração.

Quais Documentos São Necessários Para a Declaração do Imposto de Renda MEI?

Antes de começar a preencher a sua declaração do imposto de renda MEI, é importante ter em mãos alguns documentos, como:

  • Informe de Rendimentos fornecido pelo banco;
  • Comprovantes de despesas;
  • Comprovantes de faturamento;
  • Comprovante de pagamento do DAS.

Como Declarar as Receitas e Despesas no Imposto de Renda MEI?

Para declarar as suas receitas e despesas no imposto de renda MEI, é necessário seguir as seguintes orientações:

  • Na ficha “Rendimentos Recebidos de Pessoa Jurídica”, informe todas as receitas obtidas pela sua empresa;
  • Na ficha “Despesas”, informe todas as despesas relacionadas à sua empresa, como gastos com aluguel, energia elétrica, água, telefone, internet, entre outros.

Como Declarar o Imposto de Renda MEI Fora do Prazo?

Caso você não tenha realizado a declaração do imposto de renda MEI dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal, é possível realizar a declaração com multa. Para isso, basta acessar o site da Receita Federal e gerar uma declaração com multa.

Como Evitar Problemas com a Receita Federal na Declaração do Imposto de Renda MEI?

Para evitar problemas com a Receita Federal na declaração do imposto de renda MEI, é importante seguir as seguintes dicas:

  • Mantenha a sua contabilidade em dia;
  • Guarde todos os comprovantes de receitas e despesas;
  • Faça a sua declaração dentro do prazo estabelecido;
  • Se tiver dúvidas, procure a ajuda de um contador.

Declarar o imposto de renda MEI pode parecer complicado à primeira vista, mas seguindo as orientações corretas, é possível realizar a declaração sem dificuldades. Lembre-se sempre de manter a sua contabilidade em dia e guardar todos os comprovantes de receitas e despesas. Se tiver dúvidas, não hesite em procurar a ajuda de um contador. Com essas dicas, você estará em dia com as obrigações fiscais da sua empresa e evitará problemas com a Receita Federal.


O que é MEI? Descubra tudo sobre o Microempreendedor Individual

Se você é uma pessoa que deseja empreender, seja para ganhar uma renda extra ou para iniciar um novo negócio, já deve ter ouvido falar sobre o MEI. Mas o que é MEI, exatamente? O Microempreendedor Individual é uma categoria jurídica criada em 2008 pelo Governo Federal, que visa formalizar pequenos negócios e empreendedores individuais.

Neste artigo, você vai descobrir tudo o que precisa saber sobre o MEI, desde as vantagens de se tornar um Microempreendedor Individual até as obrigações fiscais e como se formalizar. Confira!

O que é MEI?

O MEI é uma categoria jurídica que permite a formalização de pequenos negócios e empreendedores individuais. Para se tornar um Microempreendedor Individual, é preciso faturar no máximo R$ 81.000,00 por ano e exercer uma das atividades permitidas pelo Governo Federal.

As vantagens de se tornar um MEI

Existem diversas vantagens em se tornar um MEI. Confira algumas das principais:

  • Formalização: Ao se tornar um Microempreendedor Individual, você passa a ter um CNPJ, o que traz mais credibilidade para o seu negócio e permite que você emita notas fiscais.
  • Baixo custo: A formalização como MEI é bastante acessível, pois não há necessidade de contratar um contador ou pagar altas taxas de registro.
  • Benefícios previdenciários: O MEI tem direito a benefícios como aposentadoria por idade, por invalidez, salário-maternidade e auxílio-doença.
  • Simples Nacional: O MEI pode optar pelo Simples Nacional, que é um regime tributário simplificado e com alíquotas mais baixas do que outros regimes.
  • Facilidade na abertura de conta bancária: Com o CNPJ, o MEI tem mais facilidade na hora de abrir uma conta bancária empresarial.

Obrigações do MEI

Assim como qualquer outra categoria jurídica, o MEI tem algumas obrigações fiscais. Confira as principais:

  • Pagar mensalmente o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional);
  • Emitir notas fiscais sempre que realizar uma venda para pessoa jurídica;
  • Realizar a declaração anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI);
  • Manter as contas em dia e em ordem;
  • Observar as legislações específicas do seu setor.

Como se formalizar como MEI

Para se formalizar como MEI, é preciso seguir alguns passos simples. Confira:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor e selecione a opção “Formalize-se”;
  2. Preencha o cadastro com as informações pessoais e do seu negócio;
  3. Escolha a atividade principal do seu negócio e as atividades secundárias, caso existam;
  4. Confira as informações e envie o cadastro;
  5. Pronto! Você já é um Microempreendedor Individual.
  1. Quem pode se tornar um MEI?

Qualquer pessoa que exerça uma atividade permitida pelo Governo Federal e que fature até R$ 81.000,00 por ano pode se tornar um MEI.

  1. É necessário ter um contador para se tornar um MEI?

Não, não é necessário ter um contador para se tornar um MEI. O processo de formalização é bastante simples e pode ser feito pelo próprio empreendedor.

  1. Quais as atividades permitidas para o MEI?

Existem diversas atividades permitidas para o MEI, como por exemplo: cabeleireiro, manicure, eletricista, encanador, costureira, artesão, entre outras.

  1. Quanto custa se formalizar como MEI?

O processo de formalização como MEI é gratuito, mas é preciso pagar uma taxa mensal, o DAS, que varia de acordo com a atividade exercida pelo empreendedor.

  1. Como faço para pagar o DAS?

O pagamento do DAS pode ser feito de forma online, por meio do Portal do Empreendedor, ou em casas lotéricas, agências bancárias, entre outros locais credenciados.

O MEI é uma categoria jurídica que oferece diversas vantagens para os empreendedores individuais que desejam formalizar seus negócios. Além de ter um CNPJ e emitir notas fiscais, o MEI tem acesso a benefícios previdenciários e pode optar pelo Simples Nacional, um regime tributário simplificado e com alíquotas mais baixas.

Para se tornar um MEI, é preciso faturar no máximo R$ 81.000,00 por ano e exercer uma das atividades permitidas pelo Governo Federal. O processo de formalização é simples e pode ser feito pelo próprio empreendedor, sem a necessidade de contratar um contador.

É importante lembrar que o MEI também tem algumas obrigações fiscais, como pagar o DAS mensalmente, emitir notas fiscais e realizar a declaração anual do Simples Nacional. Mas seguindo essas obrigações e mantendo as contas em dia, o MEI pode ter sucesso em seu negócio e crescer cada vez mais.


sexta-feira, 10 de março de 2023

Descubra onde encontrar o número do PIS na Carteira de Trabalho Digital

A Carteira de Trabalho Digital é uma ferramenta importante para os trabalhadores brasileiros. Ela permite que as informações trabalhistas e previdenciárias de um empregado sejam acessadas de maneira rápida e segura, em qualquer lugar e a qualquer momento. Uma das informações que os trabalhadores mais buscam na carteira digital é o número do PIS. Neste artigo, você descobrirá onde encontrar o número do PIS na Carteira de Trabalho Digital e como utilizá-lo.

O que é o PIS?

O Programa de Integração Social (PIS) é um benefício pago pelo governo federal aos trabalhadores que atendem a determinados requisitos, como ter carteira assinada e receber até dois salários mínimos por mês. O PIS é pago anualmente e o valor pode variar de acordo com o tempo trabalhado e o salário recebido.

O número do PIS é um código de identificação único para cada trabalhador registrado no programa. Esse número é necessário para que o trabalhador possa sacar o benefício e também para ter acesso a outros serviços, como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Onde encontrar o número do PIS na Carteira de Trabalho Digital?

O número do PIS está disponível na Carteira de Trabalho Digital, que é uma versão eletrônica da tradicional carteira de trabalho em papel. Para encontrar o número do PIS, é preciso seguir os seguintes passos:

  1. Acesse o site gov.br/trabalho.
  2. Clique em “Acessar”.
  3. Insira seu CPF e clique em “Avançar”.
  4. Insira sua senha ou faça o cadastro caso ainda não tenha.
  5. Na página inicial, clique em “Carteira de Trabalho Digital”.
  6. Clique em “Visualizar”.
  7. Selecione a opção “Dados Profissionais”.
  8. Role a página para baixo até encontrar a seção “Informações Adicionais”.
  9. O número do PIS estará disponível nesta seção.

Além da Carteira de Trabalho Digital, o número do PIS também pode ser encontrado em outros documentos, como a carteira de identidade ou o cartão cidadão.

Como utilizar o número do PIS?

O número do PIS é necessário para que o trabalhador possa sacar o benefício e também para ter acesso a outros serviços, como o FGTS. Para utilizar o número do PIS, é preciso seguir os seguintes passos:

  1. Para sacar o PIS, é necessário ter o Cartão Cidadão e a senha cadastrada. Com esses documentos em mãos, dirija-se a uma agência da Caixa Econômica Federal ou a uma casa lotérica.
  2. Insira o Cartão Cidadão no caixa eletrônico.
  3. Digite a senha.
  4. Selecione a opção “Consultas”.
  5. Selecione a opção “PIS”.
  6. Digite o número do PIS.
  7. Siga as instruções do caixa eletrônico para sacar o benefício.

Para acessar o FGTS, o número do PIS pode ser utilizado como senha de acesso ao site da Caixa Econômica Federal. É possível consultar o saldo do FGTS, fazer solicitações de saque e atualizar informações cadastrais.

Além disso, o número do PIS também pode ser utilizado para outros fins, como se inscrever em programas sociais do governo, como o Bolsa Família, e para fazer a declaração do Imposto de Renda.

O número do PIS é uma informação importante para os trabalhadores brasileiros, pois é necessário para ter acesso ao benefício e a outros serviços trabalhistas e previdenciários. Na Carteira de Trabalho Digital, é possível encontrar facilmente o número do PIS, assim como em outros documentos, como a carteira de identidade e o Cartão Cidadão.

É importante que os trabalhadores saibam como utilizar o número do PIS para ter acesso aos seus benefícios e direitos trabalhistas, como o FGTS e o abono salarial. Com as informações apresentadas neste artigo, os trabalhadores poderão encontrar facilmente o número do PIS na Carteira de Trabalho Digital e utilizar essa informação de maneira eficiente e segura.


quinta-feira, 9 de março de 2023

Como abrir MEI gratuito pelo celular em poucos passos

O MEI, ou Microempreendedor Individual, é uma modalidade de empresa muito popular no Brasil, especialmente entre pequenos empresários que buscam formalizar seu negócio e obter uma série de benefícios. Para abrir um MEI, é possível realizar o processo de forma online, inclusive pelo celular. Neste artigo, você vai aprender como abrir MEI gratuito pelo celular de forma fácil e rápida.

O que é o MEI e quais as vantagens de ser um Microempreendedor Individual?

O que é MEI?

O MEI é uma forma simplificada de registro de empresas, voltada para profissionais autônomos e pequenos empresários. O registro é feito como Pessoa Jurídica, mas com uma série de benefícios e obrigações simplificadas. A modalidade foi criada em 2008 e hoje é muito popular, com mais de 10 milhões de empresas registradas.

H3: Vantagens do MEI

Ser um Microempreendedor Individual traz diversas vantagens para quem busca formalizar seu negócio. Dentre as principais, destacam-se:

  • Legalização do negócio;
  • Possibilidade de emitir notas fiscais;
  • Acesso a linhas de crédito especiais;
  • Direito a benefícios previdenciários, como aposentadoria e licença-maternidade;
  • Obrigações fiscais simplificadas;
  • Possibilidade de participação em licitações públicas.

Como abrir MEI gratuito pelo celular em poucos passos

Acesse o Portal do Empreendedor

O primeiro passo para abrir MEI gratuito pelo celular é acessar o Portal do Empreendedor. O site oferece uma série de serviços para MEIs, inclusive a abertura de novas empresas.

Clique em “Formalize-se”

Na página inicial do Portal do Empreendedor, clique em “Formalize-se”, opção que fica no canto superior direito da tela.

H3: Informe seus dados pessoais

Em seguida, você será direcionado para uma página onde deverá informar seus dados pessoais, como nome completo, CPF e data de nascimento. É importante que os dados estejam corretos, pois serão usados para validar o registro.

Informe os dados da empresa

Na sequência, você deverá informar os dados da sua empresa, como nome fantasia, ramo de atividade, endereço e outros dados relevantes.

Confirme as informações

Antes de finalizar o registro, confira todas as informações inseridas e confirme que estão corretas.

Aguarde a confirmação

Depois de enviar os dados, será necessário aguardar a confirmação do registro. O processo pode levar alguns minutos, e você receberá um número de registro do MEI ao final.

Como gerar o DAS para pagamento das obrigações

Acesse o Portal do Empreendedor

Para gerar o DAS para pagamento das obrigações do MEI, é necessário acessar novamente o Portal do Empreendedor.

Informe o número do CNPJ ou CPF

Ao acessar o Portal do Empreendedor, clique em “Emitir guia de pagamento” e informe o número do CNPJ ou CPF cadastrado como MEI.

Selecione o período de pagamento

Na página seguinte, selecione o período de pagamento desejado e confirme as informações.

Realize o pagamento

Por fim, realize o pagamento da guia DAS, que corresponde às obrigações fiscais mensais do MEI. É possível realizar o pagamento em bancos, casas lotéricas, internet banking ou por meio de débito automático.

Perguntas frequentes sobre o MEI

Qual o custo para abrir um MEI?

A abertura de um MEI é gratuita, mas o empresário deve arcar com as obrigações fiscais mensais (DAS) e demais despesas do negócio.

Quais as atividades permitidas para MEI?

O MEI é destinado a profissionais autônomos e pequenos empresários que faturam até R$ 81 mil por ano. A lista de atividades permitidas para MEI é extensa e pode ser consultada no Portal do Empreendedor.

Como é feita a declaração anual do MEI?

O MEI deve realizar a Declaração Anual Simplificada (DASN-SIMEI) até o dia 31 de maio de cada ano. A declaração é feita de forma online, no Portal do Empreendedor, e informa o faturamento da empresa no ano anterior.

Abrir MEI gratuito pelo celular é uma forma fácil e rápida de formalizar um negócio e obter uma série de benefícios e vantagens. O processo pode ser realizado em poucos passos, seguindo as orientações do Portal do Empreendedor. Vale destacar que, além da abertura, é importante que o MEI esteja sempre em dia com as obrigações fiscais e tributárias, para evitar problemas com o Fisco.


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PGMEI: O Caminho Digital para o Sucesso do Microempreendedor No mundo dinâmico dos negócios, os microempreendedores individuais (MEIs) re...