segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Taxa Selic: Como o índice afeta pessoas de baixa renda?

Um dos principais fatores que influenciam as variações do mercado econômico brasileiro é a conhecida taxa selic.

Frequentemente as mudanças que ocorrem no mercado financeiro viram pauta nos principais meios de comunicação. Isso se dá devido ao impacto que as reações, causadas por essas mudanças, possui na vida de toda a sociedade. 

Poupar recursos pensando em momentos de dificuldades é uma técnica de sobrevivência antiga do ser humano. Durante a antiguidade os primeiros homens já guardavam suas caças para ainda terem recursos no inverno. 

Na atualidade, essa forma de guardar está intimamente ligada às formas em que são reservadas quantias em dinheiro, para um resgate futuro. 

É para essas necessidades que surgem os diferentes tipos de investimentos. Para muitas pessoas investir é comprar elementos que possam ser essenciais para sua vida, destinando uma quantia considerável de sua realidade para isso. 

Quando alguma empresa investe em algo útil para ela, como uma varredeira industrial, por exemplo, ela está colocando nesse objeto um valor como investimento, sabendo que terá, de algum modo, um retorno.

A grande questão dos investimentos é o perfil de quem os realiza. Pessoas com mais recursos optam por investimentos mais ativos que mudam frequentemente com as variações do mercado. 

Já pessoas com menores valores disponíveis, buscam segurança para os seus recursos, desse modo optam por investimentos menos variáveis. 

Mas, em muitos casos, a variação das taxas do mercado, como o índice Selic, tendem a ser mais vantajosas para as pessoas com maiores recursos.

Entenda neste artigo como a Taxa Selic afeta a realidade de pessoas de baixa renda. 

O que é a Taxa Selic?

O Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, também conhecido pela sigla Selic, é a taxa básica de juros que rege a economia brasileira.

Todas as demais taxas que envolvem rendimentos, juros de empréstimos ou até de financiamentos, são regidas pelas variações dessa taxa específica. 

Os responsáveis pela definição dos valores destas taxas é o Copom, sigla para Comitê de Política Monetária do Banco Central. As reuniões desse comitê, a cada 45 dias, definem se os preços da Selic sobem, reduzem ou irão se manter como estão.

Estas variações afetam todos os setores, desde alimentos até a indústria. Os preços de uma locação de andaimes, por exemplo, mesmo sendo um nicho bem específico, podem se alterar, pois os patamares de custos e preços são alterados.

A influência da taxa na inflação também determina o aumento ou redução dos preços de necessidades básicas, como dos itens da cesta básica.

Como funciona a Taxa Selic?

Inicialmente as mudanças que serão decididas no conselho do Copom se baseiam no momento em que a economia brasileira está vivenciando. 

Se o momento é de recessão, com baixo incentivo para o consumo, a taxa tende a cair, pois assim haverá um incentivo ao consumo e aceleração da economia, mas em detrimento dessa aceleração a inflação tende a subir. 

Quando o cenário é oposto, com a economia aquecida, a taxa Selic irá subir, pois assim os incentivos destinados ao consumo irão reduzir e assim a inflação terá uma redução direta. 

Muitas empresas que dependem de bens de produção, como fabricantes de motor para portão de correr, por exemplo, podem adaptar seus preços finais de acordo com a inflação, sendo então influenciado pelas variações da Selic.

Essa relação entre Selic e inflação não é um fenômeno recente, afinal o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, de 1979, foi criado justamente como uma forma de controle aos reajustes de preços abusivos no país.

O cenário econômico é levado em conta, mas as definições das variações da taxa não são tiradas do nada. 

Em cada encontro do Copom, que conta também com integrantes do Banco Central, são apresentados estudos contundentes do momento atual e projeções realistas para o próximo período.

Desse modo, todas as decisões tomadas são assertivas e visam melhorar o máximo possível o índice da inflação, mantendo-a sob controle.

Impacto da Taxa Selic nos Investimentos 

Os investimentos mais comuns, realizados no Brasil, tem a taxa de juros básica como seu norte para definição dos juros. 

As variações da taxa definem qual o melhor momento para iniciar um investimento. Quando uma empresa do ramo de levantamento planialtimétrico preço, por exemplo, resolve abrir algum título de investimento ela precisa notar se a Selic está em alta ou em queda.

Cada tipo de investimento pode ser afetado de uma forma. Seguem alguns dos mais comuns:

  • Renda fixa;
  • Ações;
  • Poupança;
  • Linhas de crédito.

Conheça abaixo o que são cada um desses investimentos e como são impactados pela taxa Selic.

Investimento em Renda Fixa

Esse tipo de investimento é ideal para quem procura segurança e ainda não possui uma reserva de emergência futura. 

Um empreendedor que instala corrimão de vidro e ainda não possui uma estabilidade financeira completa, mas deseja iniciar um investimento, pode começar optando por essa modalidade, por exemplo.

Um dos principais benefícios dessa modalidade é justamente a sua previsibilidade de retorno, como o próprio nome já diz, trazendo uma renda fixa.

Alguns dos Investimentos mais comuns da Renda Fixa são:

  •  Debêntures;
  • CRI/CRA;
  • LCI e LCA;
  • Tesouro direto;
  • CDI;
  • Poupança.

A maioria desses investimentos baseiam-se em alguma taxa fixa, mas no geral seguem o CDI, Certificado de Depósito Interbancário, que também baseia seus dados na taxa selic. 

O melhor momento para investir em Renda Fixa é quando a taxa Selic estiver alta, dessa forma os retornos serão beneficiados. 

Ações

Os investimentos em ações também são conhecidos como rendas variáveis. Diferente da renda fixa, ela não possui uma previsibilidade, e o retorno do investimento pode variar. 

Digamos que alguém deseja investir um valor em ações de uma empresa de aquecedor a gás Rinnai. Esse investidor precisa ter uma certa maturidade com investimentos, pois as variações são constantes e podem não render o esperado.

Nos momentos em que as taxas Selic estão baixas, os investidores que possuem mais recursos investidos na Renda Fixa sentem-se incentivados a migrar para a Renda Variável, investindo em ações, por exemplo.

Isso se dá pelo baixo retorno da Renda Fixa com os juros baixos. Quanto mais pessoas passam a investir em ações elas valorizam-se, gerando ainda mais retorno. 

Linhas de Crédito

Imagine um cenário onde um empreendedor deseja abrir uma empresa de conserto de máquina industrial, para isso solicitou um empréstimo no banco para a compra de seus materiais de trabalho. 

Esse empréstimo é um exemplo de linha de crédito. As instituições financeiras destinam valores tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Elas podem ser empréstimos ou também financiamentos.

Quando a taxa Selic diminui, os empréstimos ficam mais vantajosos, pois os juros diminuem, em conjunto com o incentivo de crédito promovido pela economia.

Poupança e os prejuízos a população de Baixa Renda

A poupança é a forma de investimento mais comum para pessoas de baixa renda. 

Quando um vendedor que acabou de iniciar seus trabalhos com revenda de fechadura elétrica para portão, precisa reservar valores para cobrir o investimento inicial, no geral, eles optam por guardar na poupança.

A questão que envolve essa forma de investimento é o baixíssimo nível de retorno, quando comparada com as outras formas citadas aqui, o que prejudica toda a população de baixa renda, que tem poucas opções de conhecimento financeiro e até recursos para investir.

Com a alta da taxa básica de juros, os maiores beneficiados são os investidores com maiores valores disponíveis, o que não representa nem 10% da população,segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).

A relação da caderneta de poupança com o aumento da Selic acontece devido ao rendimento dela. Basicamente a poupança tem uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais correção da Taxa Referencial (TR).

Mas quando a Selic aumenta para um valor superior a 8,5% o rendimento da poupança passa a ser apenas 70% da taxa Selic mais TR.

Porém, com a Selic chegando nesse patamar, o rendimento não acompanha, fazendo com que quem investiu nessa opção tenha os valores investidos perdendo valor de compra, com o passar do tempo. 

Essa queda no rendimento faz também com que os investidores desse método acabem perdendo para a inflação, afinal, a porcentagem de rendimento será menor que a taxa de inflação vigorando no momento. 

A preocupação com a alta nas taxas-base, para essa população de baixa renda, é também as perdas nas gerações de emprego, podendo comprometer inclusive os postos de trabalho que já existem.

 Controlar a inflação, aumentando as taxas-base, não pode ser a única saída para assistir os trabalhadores e população de baixa renda, afinal a maioria deles ainda nem mesmo possuem recursos para considerar-se investidores.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

Microempreendedor Individual: o que é, como funciona e como se tornar um

O Microempreendedor Individual (MEI) é uma forma de legalização de pequenos negócios no Brasil que surgiu em 2009, com a Lei Complementar nº 128. Desde então, o número de MEIs no país vem aumentando a cada ano, principalmente entre profissionais autônomos que buscam formalizar suas atividades e ter acesso a benefícios previdenciários e tributários. Neste artigo, vamos explorar o que é o MEI, como funciona, quais são os benefícios e obrigações e como se tornar um.

O que é o MEI?

O MEI é uma categoria jurídica criada pelo governo brasileiro para formalizar pequenos negócios e empreendedores individuais. Ele permite que o empreendedor trabalhe de forma legal e com menos burocracia, pagando uma taxa fixa mensal que engloba impostos e contribuições. Para se enquadrar como MEI, o empreendedor precisa ter faturamento anual de até R$ 81 mil e não ser sócio ou titular de outra empresa.

Como funciona o MEI?

O MEI possui algumas características específicas em relação a outras categorias jurídicas. Veja a seguir como funciona o MEI:

  1. Impostos e contribuições O MEI paga uma taxa fixa mensal que engloba os seguintes impostos e contribuições:
  • INSS (previdência social)
  • ISS (imposto sobre serviços)
  • ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços)

O valor da taxa varia de acordo com a atividade do MEI e é reajustado anualmente. Em 2023, por exemplo, a taxa mensal varia de R$ 56 a R$ 61, dependendo da atividade.

  1. Benefícios previdenciários Ao se tornar MEI, o empreendedor tem acesso a benefícios previdenciários como aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, salário-maternidade e auxílio-doença. Para ter direito a esses benefícios, o MEI precisa pagar a taxa mensal em dia e cumprir algumas exigências.
  2. Emissão de notas fiscais O MEI é obrigado a emitir notas fiscais para seus clientes em todas as vendas e prestações de serviços. A emissão pode ser feita de forma simplificada, sem a necessidade de um sistema complexo de emissão de notas fiscais.
  3. Obrigações acessórias O MEI possui algumas obrigações acessórias, como a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional do MEI (DASN-SIMEI) e a emissão de recibos de pagamento para seus clientes. Além disso, dependendo da atividade do MEI, ele pode ter outras obrigações específicas, como a obtenção de alvará de funcionamento e licenças sanitárias.

Benefícios e curiosidades sobre o MEI Ser MEI traz uma série de benefícios para o empreendedor, além de facilitar a formalização do negócio. Veja a seguir algumas curiosidades sobre o MEI e seus benefícios:

  1. Facilidade na abertura do negócio
  1. Acesso a linhas de crédito O MEI tem acesso a linhas de crédito específicas, com taxas de juros mais baixas e condições facilitadas de pagamento. Isso pode ajudar a impulsionar o negócio e expandir as atividades.
  2. Proteção previdenciária Ao se tornar MEI, o empreendedor passa a ter direito a benefícios previdenciários, como aposentadoria por idade e invalidez, salário-maternidade e auxílio-doença. Isso garante uma proteção social importante para o empreendedor e sua família.
  3. Redução da carga tributária A taxa mensal paga pelo MEI engloba os impostos e contribuições devidos, o que reduz a carga tributária em comparação a outras categorias jurídicas. Isso permite que o empreendedor tenha mais recursos para investir no negócio e crescer.
  4. Possibilidade de contratar um funcionário O MEI pode contratar um funcionário com carteira assinada, desde que respeite as condições estabelecidas pela legislação trabalhista. Isso pode ajudar a expandir as atividades do negócio e gerar mais empregos.
  5. Simplicidade na gestão financeira O MEI tem obrigações acessórias simplificadas, o que facilita a gestão financeira do negócio. Além disso, a taxa mensal fixa permite que o empreendedor tenha um melhor controle dos gastos e receitas.

Como se tornar um MEI? Para se tornar MEI, o empreendedor precisa seguir alguns passos simples. Veja a seguir como se tornar um MEI:

  1. Verificar se a atividade é permitida como MEI Antes de se formalizar como MEI, o empreendedor precisa verificar se sua atividade está permitida nessa categoria. Algumas atividades não podem ser enquadradas como MEI, como consultorias e serviços de contabilidade, por exemplo.
  2. Fazer a inscrição no Portal do Empreendedor A inscrição como MEI pode ser feita de forma online, por meio do Portal do Empreendedor. É necessário informar alguns dados pessoais e do negócio, como nome, CPF, atividade, endereço e faturamento anual.
  3. Emitir o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI) Após a inscrição, o empreendedor deve emitir o CCMEI, que é o documento que comprova a sua condição de MEI. O CCMEI pode ser impresso pelo Portal do Empreendedor e deve ser guardado pelo empreendedor.
  4. Obter o alvará de funcionamento e as licenças necessárias Dependendo da atividade do MEI, ele pode precisar obter o alvará de funcionamento e outras licenças específicas, como licença sanitária e ambiental. Essas exigências variam de acordo com cada município e estado.

O MEI é uma forma de legalização de pequenos negócios que tem se mostrado cada vez mais popular no Brasil. Ele permite que o empreendedor trabalhe de forma legal e com menos burocracia, além de ter acesso a benefícios previdenciários e tributários. Para se tornar MEI, o empreendedor precisa seguir alguns passos simples, como verificar se a atividade é permitida, fazer a inscrição no Portal do Empreendedor e obter as licenças necessárias.

Ser MEI traz uma série de benefícios e vantagens para o empreendedor, como redução da carga tributária, acesso a linhas de crédito, proteção previdenciária, possibilidade de contratar um funcionário, entre outros. Por isso, se você é um pequeno empreendedor ou profissional autônomo, vale a pena considerar a possibilidade de se tornar um MEI e formalizar seu negócio.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

Descubra os requisitos para emitir nota fiscal MEI

Se você é um Microempreendedor Individual (MEI) e precisa emitir nota fiscal, é importante conhecer os requisitos necessários para fazer isso de forma correta. A nota fiscal é um documento importante para a contabilidade e para a regularização da sua empresa, além de ser obrigatória em algumas situações.

Neste artigo, vamos explicar quais são os requisitos para emitir nota fiscal MEI e como proceder para fazer isso de forma correta.

Requisitos para emitir nota fiscal MEI:

  1. Registrar a atividade econômica: para emitir nota fiscal como MEI, é necessário estar regularizado e registrado na atividade econômica correspondente. Caso contrário, você não poderá emitir a nota fiscal.
  2. Obter um certificado digital: o certificado digital é um documento eletrônico que permite a autenticação de documentos e transações pela internet. Para emitir nota fiscal eletrônica, é necessário possuir um certificado digital.
  3. Possuir um software emissor de nota fiscal: o MEI precisa possuir um software emissor de nota fiscal para poder emitir o documento. Existem diversas opções de softwares disponíveis no mercado, alguns gratuitos e outros pagos.
  4. Conhecer as regras do ICMS: caso sua atividade econômica envolva a circulação de mercadorias, é necessário conhecer as regras do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um imposto estadual. Cada estado possui suas próprias regras e alíquotas, por isso é importante estar atualizado.
  5. Emitir nota fiscal em todas as vendas: é obrigatório emitir nota fiscal em todas as vendas realizadas como MEI. Caso contrário, você estará sujeito a multas e penalidades.

Como emitir nota fiscal MEI:

  1. Acesse o site da Secretaria da Fazenda do seu estado e realize o cadastro como emissor de nota fiscal eletrônica.
  2. Adquira um certificado digital e instale-o em seu computador.
  3. Escolha um software emissor de nota fiscal e instale-o em seu computador.
  4. Cadastre-se como emissor de nota fiscal no software escolhido.
  5. Realize as configurações necessárias no software emissor de nota fiscal, como a inserção de dados da sua empresa e a escolha do modelo de nota fiscal.
  6. Para emitir a nota fiscal, basta preencher as informações necessárias no software e enviar o documento para o cliente.

FAQs:

  1. É obrigatório emitir nota fiscal eletrônica como MEI?

Sim, é obrigatório emitir nota fiscal eletrônica em todas as vendas realizadas como MEI.

  1. É necessário possuir um certificado digital para emitir nota fiscal eletrônica?

Sim, é necessário possuir um certificado digital para emitir nota fiscal eletrônica.

  1. Posso emitir nota fiscal manualmente como MEI?

Não, a nota fiscal deve ser emitida eletronicamente.

Conclusão:

Emitir nota fiscal é um processo fundamental para a regularização e a contabilidade de uma empresa, além de ser obrigatório em algumas situações. Como MEI, é importante conhecer os requisitos para emitir nota fiscal e como proceder para fazer isso de forma correta.

Os principais requisitos para emitir nota fiscal como MEI incluem o registro na atividade econômica correspondente, a obtenção de um certificado digital, a posse de um software emissor de nota fiscal e o conhecimento das regras do ICMS. Além disso, é obrigatório emitir nota fiscal em todas as vendas realizadas como MEI.

Para emitir nota fiscal como MEI, é necessário realizar um cadastro como emissor de nota fiscal eletrônica no site da Secretaria da Fazenda do estado, adquirir um certificado digital, escolher um software emissor de nota fiscal, cadastrar-se no software, realizar as configurações necessárias e preencher as informações da nota fiscal no software.

Lembre-se de que a emissão correta de nota fiscal é fundamental para evitar problemas com a fiscalização e para manter a regularização da sua empresa. Siga as orientações apresentadas neste artigo para emitir nota fiscal MEI de forma correta e eficiente.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Aprenda como emitir nota fiscal MEI em poucos passos

Como microempreendedor individual (MEI), é essencial garantir a legalidade e segurança do seu negócio. Para isso, uma das obrigações é a emissão de nota fiscal. Mesmo que a atividade exercida não necessite da emissão de notas fiscais para pessoas físicas, é importante tê-las em casos de fornecimento de serviços ou produtos para empresas ou em vendas interestaduais. Neste artigo, você aprenderá como emitir nota fiscal MEI em poucos passos.

Passo 1: Verifique se você está apto a emitir nota fiscal Antes de começar, é importante verificar se a atividade exercida permite a emissão de nota fiscal. Para isso, acesse o Portal do Empreendedor, selecione a opção “Serviços”, e depois clique em “Nota Fiscal Eletrônica”. Em seguida, informe o seu CNPJ e verifique se a sua atividade permite a emissão de notas fiscais.

Passo 2: Cadastre-se em uma prefeitura Após verificar a possibilidade de emissão de nota fiscal, é necessário fazer o cadastro na prefeitura da sua cidade para obter autorização para a emissão de notas fiscais. Acesse o site da prefeitura e procure pelo setor responsável pela emissão de notas fiscais. Em seguida, faça o cadastro e aguarde a aprovação.

Passo 3: Escolha um emissor de nota fiscal Existem diversas opções de emissores de nota fiscal disponíveis no mercado, desde programas gratuitos até sistemas mais completos que oferecem recursos adicionais. É importante escolher um emissor de nota fiscal confiável e que atenda às suas necessidades. Alguns emissores de nota fiscal MEI recomendados são o MEI Fácil, o ContaAzul e o NFe.io.

Passo 4: Emita a nota fiscal Após escolher o emissor de nota fiscal, é hora de emitir a nota fiscal. Acesse o sistema e preencha as informações solicitadas, como o CNPJ da empresa ou pessoa física, o valor da venda ou serviço prestado, entre outros. É importante preencher todas as informações corretamente para evitar problemas futuros.

Passo 5: Armazene a nota fiscal Após a emissão da nota fiscal, é importante armazená-la corretamente. A nota fiscal eletrônica deve ser armazenada por cinco anos, podendo ser tanto em formato digital quanto impresso. Alguns emissores de nota fiscal já oferecem a opção de armazenamento digital.

FAQs:

  1. É obrigatório emitir nota fiscal MEI? Sim, a emissão de nota fiscal é obrigatória para MEI em diversas situações, como em vendas interestaduais ou para empresas.
  2. Posso emitir nota fiscal manualmente? Não, a emissão de nota fiscal eletrônica é obrigatória para MEI.
  3. Qual o prazo para emitir a nota fiscal? A nota fiscal deve ser emitida em até cinco dias úteis após a prestação do serviço ou a venda do produto.
  1. É possível cancelar uma nota fiscal emitida? Sim, é possível cancelar uma nota fiscal emitida em até 24 horas após a sua emissão.

Conclusão: Emitir nota fiscal MEI é uma obrigação importante para garantir a legalidade e segurança do seu negócio como microempreendedor individual. Seguindo esses simples passos, você poderá emitir notas fiscais eletrônicas com facilidade e agilidade, além de evitar possíveis problemas futuros. Não deixe de cumprir essa obrigação e mantenha sua empresa em dia com as obrigações fiscais. Aprenda como emitir nota fiscal MEI em poucos passos e mantenha sua empresa legalizada.


domingo, 19 de fevereiro de 2023

Passo a passo para emitir nota fiscal MEI: aprenda de forma simples e rápida

Se você é um Microempreendedor Individual (MEI) e precisa emitir notas fiscais para seus clientes, pode parecer um processo complicado no começo. Mas, com o passo a passo certo, é possível aprender a emitir nota fiscal MEI de forma rápida e sem complicações. Neste artigo, você encontrará todas as informações necessárias para emitir suas notas fiscais como MEI.

Passo a passo para emitir nota fiscal MEI:

  1. Cadastro na prefeitura O primeiro passo para emitir nota fiscal como MEI é se cadastrar na prefeitura da sua cidade. O processo varia de acordo com o município, mas geralmente é necessário preencher um formulário com seus dados pessoais e do seu negócio.
  2. Acesso ao sistema Após o cadastro, você receberá um acesso ao sistema de emissão de notas fiscais da prefeitura. É importante se familiarizar com o sistema e entender como preencher as informações corretamente.
  3. Preenchimento dos dados Com o acesso ao sistema, você deverá preencher as informações da nota fiscal, como data de emissão, nome do cliente, descrição dos produtos ou serviços e valor total.
  4. Impressão da nota fiscal Após o preenchimento das informações, é possível gerar a nota fiscal e imprimi-la para entregá-la ao cliente. Alguns municípios permitem a emissão da nota fiscal eletrônica, dispensando a impressão em papel.
  5. Guarda das notas fiscais É importante guardar todas as notas fiscais emitidas por pelo menos cinco anos, caso seja necessário comprovar alguma informação posteriormente.

FAQs:

  1. Como posso saber se minha cidade permite a emissão de nota fiscal eletrônica? R: Você pode verificar no site da prefeitura da sua cidade ou entrar em contato com o setor responsável pela emissão de notas fiscais.
  2. Preciso pagar alguma taxa para emitir nota fiscal como MEI? R: Geralmente, não é cobrada nenhuma taxa para a emissão de notas fiscais como MEI. No entanto, é importante verificar as informações junto à prefeitura da sua cidade.

Conclusão: Emitir nota fiscal como MEI pode parecer um processo complicado, mas com o passo a passo correto, é possível fazer isso de forma rápida e sem complicações. O cadastro na prefeitura, o acesso ao sistema de emissão de notas fiscais, o preenchimento correto dos dados, a impressão da nota fiscal e a guarda das notas emitidas são os principais passos para que você consiga emitir notas fiscais como MEI. Com essas informações em mãos, você está pronto para emitir suas notas fiscais e gerenciar seu negócio de forma mais organizada e profissional.


sábado, 18 de fevereiro de 2023

Documentos necessários para abrir um MEI: guia completo para empreendedores

Se você está pensando em abrir um negócio como Microempreendedor Individual (MEI), é fundamental conhecer os documentos necessários para realizar o registro da sua empresa. Essa é uma etapa muito importante para garantir a regularidade do seu empreendimento e evitar problemas com a justiça.

Neste artigo, você encontrará um guia completo sobre os documentos necessários para abrir um MEI. Aqui, você saberá quais são os requisitos e como fazer o processo de registro de forma rápida e descomplicada. Vamos lá!

Documentos necessários para abrir um MEI:

  1. CPF:

O Cadastro de Pessoa Física é um documento fundamental para a abertura de um MEI. Caso você ainda não possua o CPF, é necessário solicitá-lo em uma agência do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou dos Correios. O valor da taxa é de R$ 7,00 e o documento fica pronto em até 24 horas.

  1. Título de eleitor:

O Título de Eleitor é obrigatório para a abertura de um MEI e deve estar regularizado. Caso você ainda não tenha o documento, é possível solicitar a emissão pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral.

  1. Comprovante de endereço:

O comprovante de endereço é um documento importante para a comprovação do endereço da sua empresa. É possível utilizar contas de água, luz, telefone ou boletos bancários como comprovantes.

  1. Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI):

O CCMEI é um documento que comprova o registro do seu negócio como Microempreendedor Individual. Ele pode ser obtido de forma gratuita no Portal do Empreendedor.

  1. Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI):

A DASN-SIMEI é uma declaração obrigatória que deve ser realizada anualmente para manter a regularidade do MEI. Ela deve ser preenchida e entregue até o dia 31 de maio de cada ano.

FAQs:

  1. Quais são os benefícios de se tornar um MEI?

R: Os benefícios de se tornar um MEI incluem a facilidade para abertura da empresa, pagamento simplificado de impostos, direito a benefícios previdenciários, entre outros.

  1. Quanto tempo demora para abrir um MEI?

R: O processo de abertura de um MEI é bastante rápido e pode ser feito pela internet em até 24 horas.

Conclusão:

A abertura de um MEI é uma excelente opção para quem deseja empreender de forma legalizada e com menos burocracia. Ao conhecer os documentos necessários para abrir um MEI, você pode realizar o processo de forma rápida e descomplicada. Lembre-se de manter a regularidade da sua empresa e cumprir com as obrigações fiscais para garantir o sucesso do seu negócio.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Atividades permitidas para MEI: Guia completo para começar seu negócio

O sonho de muitas pessoas é empreender e ser dono do próprio negócio. E para quem deseja dar o primeiro passo, uma boa opção é se tornar um MEI – Microempreendedor Individual. Mas quais são as atividades permitidas para MEI?

Neste guia completo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre as atividades permitidas para MEI e como começar a empreender de forma legal e segura.

Atividades permitidas para MEI

O MEI pode exercer diversas atividades, mas é importante lembrar que algumas delas exigem uma regulamentação específica. Confira abaixo as atividades permitidas para MEI:

  1. Comércio
  • Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios
  • Comércio varejista de calçados
  • Comércio varejista de cosméticos e produtos de perfumaria
  • Comércio varejista de artigos esportivos
  • Comércio varejista de móveis
  • Comércio varejista de instrumentos musicais e acessórios
  • Comércio varejista de artigos de papelaria
  • Comércio varejista de bebidas
  • Comércio varejista de produtos alimentícios
  • Comércio varejista de materiais de construção
  • Comércio varejista de produtos farmacêuticos e cosméticos
  • Comércio varejista de artigos para animais de estimação
  • Comércio varejista de equipamentos de informática
  • Comércio varejista de produtos naturais
  • Comércio varejista de produtos usados
  1. Serviços
  • Salão de beleza
  • Manicure e pedicure
  • Cabeleireiro
  • Transporte escolar
  • Conserto e manutenção de computadores
  • Conserto e manutenção de aparelhos eletrônicos
  • Consultoria empresarial
  • Serviços de contabilidade
  • Serviços de design gráfico
  • Serviços de fotografia
  • Serviços de instalação de alarmes e câmeras de segurança
  • Serviços de jardinagem
  • Serviços de limpeza
  • Serviços de reparação de veículos automotores
  • Serviços de reparação de motocicletas
  • Serviços de reparação de bicicletas
  1. Indústria
  • Fabricação de bijuterias
  • Fabricação de artigos de papel e papelão
  • Fabricação de produtos de limpeza
  • Fabricação de alimentos e bebidas

É importante lembrar que essas são apenas algumas das atividades permitidas para MEI. Você pode consultar a lista completa no Portal do Empreendedor.

FAQs

  1. Preciso de alguma formação para começar a exercer as atividades permitidas para MEI? Não, não é necessário ter formação específica. Porém, em algumas atividades, como por exemplo, serviços de saúde e educação física, é preciso ter formação técnica ou registro em conselho profissional.
  1. Como faço para me tornar um MEI? Para se tornar um MEI, é preciso acessar o Portal do Empreendedor e realizar o registro. É necessário ter um faturamento anual de até R$ 81 mil e exercer uma das atividades permitidas para MEI.
  2. Quais são as vantagens de ser um MEI? Ser um MEI tem diversas vantagens, como ter um CNPJ, possibilidade de emitir notas fiscais, baixa carga tributária e acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria e licença maternidade.

Conclusão

Agora que você sabe quais são as atividades permitidas para MEI, está na hora de começar a empreender! Lembre-se de escolher uma atividade que tenha afinidade e que tenha potencial de mercado.

Ser um MEI é uma ótima oportunidade para começar um negócio de forma legal e segura. Não perca tempo e comece agora mesmo a realizar o seu sonho de empreender!


Atividades permitidas para MEI: Conheça as opções

Ser um Microempreendedor Individual (MEI) pode ser uma excelente opção para quem deseja formalizar o seu negócio e obter benefícios como a possibilidade de emitir nota fiscal, acesso a serviços bancários e previdenciários, entre outros. No entanto, para que isso aconteça, é fundamental que o empreendedor escolha uma das atividades permitidas para MEI, que são aquelas que se enquadram no regime tributário e fiscal destinado a essa categoria de empresas.

Se você está pensando em se tornar um MEI ou já é um e deseja saber mais sobre as atividades permitidas, continue lendo este artigo. Aqui, você encontrará informações importantes sobre o assunto, como as opções disponíveis e as características de cada uma delas.

Atividades permitidas para MEI As atividades permitidas para MEI são aquelas que se enquadram no Anexo XIII da Resolução CGSN nº 140/2018, que lista todas as ocupações permitidas para essa categoria de empresas. Algumas das opções disponíveis são:

  1. Comércio varejista de alimentos e bebidas
  2. Salão de beleza e cabeleireiro
  3. Prestação de serviços de limpeza
  4. Fabricação de bijuterias e artesanatos
  5. Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar
  6. Fabricação de produtos de limpeza e perfumaria
  7. Conserto e manutenção de computadores
  8. Comércio varejista de produtos naturais
  9. Treinamento em informática
  10. Consultoria empresarial

Cada uma dessas atividades possui suas próprias características e requisitos, por isso é importante que o empreendedor faça uma análise criteriosa antes de escolher qual delas irá exercer.

Requisitos para se tornar um MEI Além de escolher uma das atividades permitidas para MEI, o empreendedor precisa cumprir alguns requisitos para se formalizar como Microempreendedor Individual. Entre eles, estão:

  1. Faturamento anual de até R$ 81.000,00
  2. Não ter participação em outra empresa como sócio ou titular
  3. Não contratar mais de um empregado
  4. Estar em dia com as obrigações fiscais e tributárias

Se você atende a esses requisitos e escolheu uma das atividades permitidas para MEI, está apto a se formalizar e usufruir dos benefícios que o regime tributário oferece.

FAQs

  1. Posso exercer mais de uma atividade como MEI? Sim, é possível exercer até 15 atividades em um mesmo CNPJ de MEI, desde que elas sejam compatíveis entre si e estejam previstas no Anexo XIII da Resolução CGSN nº 140/2018.
  2. Como faço para me formalizar como MEI? Para se formalizar como MEI, é necessário acessar o Portal do Empreendedor e realizar o registro. É importante estar com os documentos em mãos, como CPF, RG e comprovante de residência.
  3. É possível mudar de atividade como MEI? Sim, é possível mudar de atividade como MEI, desde que a nova atividade escolhida esteja entre as permitidas e o empreendedor faça a alteração em seu registro.
  4. Quais são as obrigações fiscais do MEI? O MEI deve pagar uma contribuição mensal que varia de acordo com a atividade exercida. Além disso, é necessário entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) até o final de maio de cada ano.

Conclusão As atividades permitidas para MEI são uma excelente opção para quem deseja formalizar o seu negócio e obter vantagens como a emissão de nota fiscal e acesso a serviços bancários e previdenciários. É importante lembrar que o empreendedor deve escolher uma atividade que se enquadre nas normas do regime tributário destinado a essa categoria de empresas, além de cumprir os requisitos necessários para se formalizar. Com essas informações em mãos, fica mais fácil tomar a decisão de se tornar um MEI e aproveitar as oportunidades que esse regime oferece.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Requisitos para Abrir MEI: Tudo o que você precisa saber

Abrir um MEI (Microempreendedor Individual) é uma ótima maneira de formalizar seu negócio e aproveitar todas as vantagens oferecidas pelo governo. Mas para se tornar um MEI, é importante estar ciente dos requisitos necessários para fazer a inscrição. Neste artigo, explicaremos em detalhes tudo o que você precisa saber sobre os requisitos para abrir MEI.

Requisitos para Abrir MEI:

  1. Ser maior de 18 anos – Para se tornar um MEI, você deve ter no mínimo 18 anos.
  2. Não ter participação em outra empresa como sócio ou titular – Você só pode se tornar um MEI se não for sócio ou titular de outra empresa.
  3. Faturamento anual de até R$ 81.000,00 – O MEI é uma opção para empreendedores que faturam até R$ 81.000,00 por ano.
  4. Exercer atividades permitidas – Nem todas as atividades podem ser exercidas por um MEI. É importante verificar se a atividade que você exerce é permitida para se inscrever como MEI.
  5. Regularidade com o Governo – É importante que o empreendedor não tenha dívidas em aberto com o Governo Federal, Estadual ou Municipal. Caso contrário, não será possível se inscrever como MEI.

Processo para Abrir MEI:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor – O primeiro passo para se inscrever como MEI é acessar o Portal do Empreendedor, disponível no endereço eletrônico (http://www.portaldoempreendedor.gov.br/).
  2. Preencha o Cadastro – Após acessar o Portal do Empreendedor, clique na opção “Formalize-se”. Preencha o cadastro com as informações solicitadas e verifique se as informações estão corretas.
  3. Emita o Certificado de MEI – Após o preenchimento do cadastro, o empreendedor receberá o Certificado de MEI, que poderá ser impresso.
  4. Pagamento do DAS – O DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) é a contribuição mensal que o MEI deve pagar. O valor é fixo e varia de acordo com a atividade exercida. O pagamento pode ser feito por meio do Portal do Empreendedor ou nas agências bancárias.

FAQs:

  1. Como saber se a minha atividade pode ser exercida por um MEI?

A lista completa das atividades permitidas para um MEI pode ser encontrada no Portal do Empreendedor. Verifique se a sua atividade está na lista.

  1. O MEI é a melhor opção para o meu negócio?

Depende do seu negócio. O MEI é uma opção interessante para empreendedores que faturam até R$ 81.000,00 por ano e que desejam formalizar o negócio. É importante avaliar se essa é a melhor opção para o seu caso.

Conclusão:

Se você deseja formalizar o seu negócio e aproveitar todos os benefícios oferecidos pelo governo, abrir um MEI pode ser uma ótima opção. No entanto, é importante estar ciente dos requisitos necessários para fazer a inscrição e seguir corretamente o processo. Com este guia completo sobre os requisitos para abrir MEI, esperamos ter esclarecido todas as suas dúvidas e ajudado você a se tornar um Microempreendedor Individual com sucesso. Lembre-se de estar em dia com suas obrigações e contribuições mensais para aproveitar todos os benefícios de ser um MEI.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Quem Recebe O Pis 2022

O Programa de Integração Social (PIS) 2022 é um programa de benefícios para trabalhadores brasileiros que possuem registro na carteira de trabalho. O PIS é financiado pelo governo e é responsável por promover o aumento da renda dessas pessoas. O PIS 2022 também ajuda a melhorar as condições de trabalho e de vida dos trabalhadores brasileiros, além de contribuir para a redução da desigualdade social no país.

O que é o PIS 2022?

O PIS 2022 é um programa de transferência de renda criado pelo governo para ajudar os trabalhadores brasileiros com registro na carteira de trabalho. O PIS é financiado pelo governo federal e também pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O objetivo principal do PIS 2022 é ajudar trabalhadores com menores rendimentos a aumentar sua renda, mas também visa estimular o desenvolvimento econômico, aumentar o emprego e reduzir a desigualdade social.

O PIS 2022 também oferece benefícios financeiros indiretos aos trabalhadores, como a isenção de contribuições previdenciárias, a concessão de bolsas de estudo e a participação de programas de inclusão produtiva. O PIS 2022 é um programa de longo prazo que tem por objetivo melhorar significativamente a renda e a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.

Quem Pode Receber o PIS 2022?

O PIS 2022 é destinado a trabalhadores com registro na carteira de trabalho. Para receber o benefício, o trabalhador deve cumprir os seguintes requisitos: ter mais de 16 anos, ter trabalhado pelo menos 30 dias em empregos celetistas ou em trabalhos informais ou autônomos, ter renda mensal máxima de até dois salários mínimos e não possuir outras fontes de renda. Além disso, o trabalhador deve estar cadastrado no PIS há pelo menos 5 anos.

O valor do benefício que cada trabalhador recebe depende dos critérios que definem sua renda mensal. O valor do PIS 2022 pode chegar a até oito salários mínimos. O pagamento do benefício é feito pelo Banco do Brasil e pode ser utilizado para gastos pessoais, como despesas de saúde, educação, alimentação, lazer, entre outros.

O PIS 2022 é um programa de transferência de renda criado pelo governo para ajudar trabalhadores brasileiros com registro na carteira de trabalho. O PIS oferece benefícios diretos e indiretos aos trabalhadores, como a isenção de contribuições previdenciárias, a concessão de bolsas de estudo e a participação de programas de inclusão produtiva. O PIS 2022 é destinado a trabalhadores que cumprem alguns requisitos, como ter mais de 16 anos, ter trabalhado por pelo menos 30 dias em empregos celetistas ou em trabalhos informais ou autônomos, ter renda mensal máxima de até dois salários mínimos e não possuir outras fontes de renda. O PIS 2022 é um programa que ajuda a melhorar as condições de trabalho e a vida dos trabalhadores brasileiros, além de contribuir para a redução da desigualdade social no país.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

INSS ficará responsável pelas informações da prova de vida; veja

Se você é aposentado ou pensionista do INSS, sabe que todo o ano é necessário comparecer a uma agência para realizar a prova de vida, é dessa forma que o sistema reconhece que você ainda está vivo e continua fornecendo o benefício.

Isso evita que com o falecimento da pessoa, terceiros usufruam do dinheiro que deveria ser disponibilizado, apenas para aqueles que precisam desse benefício.

Infelizmente esse processo não era nem um pouco prático para aquelas pessoas que possuem algum tipo de falta de mobilidade, afinal, as agências nem sempre estão próximas das residências tornando o percurso muito mais difícil.

Mas, graças a tecnologia todo esse processo irá mudar a partir desse ano de 2023, dessa forma as pessoas não precisam mais ir até as agências, o INSS irá localizar todos os seus aposentados e pensionistas.

Pensando nisso, hoje iremos falar justamente sobre como irá funcionar esse novo modelo e não se preocupe se você conhece pouco sobre esse tema, iremos trazer exemplos e tudo o que você precisa saber para não ter problema com essa burocracia.

Qual é o papel do INSS?

O INSS é a sigla para Instituto Nacional do Seguro Social, este é um órgão público responsável pelo pagamento da aposentadoria e outros benefícios aos trabalhadores brasileiros.

O INSS foi criado em 27 de junho de 1990, durante a gestão do ex-presidente Fernando Collor de Melo, pelo Decreto nº 99.350, fundindo o Instituto de Gestão Financeira da Seguridade Social e da Assistência Social.

É uma instituição pública responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários e outros benefícios aos trabalhadores brasileiros e demais segurados, como microempreendedores individuais e contribuintes individuais.

Sejam eles funcionários de uma empresa de segurança do trabalho ou microempreendedores individuais e contribuintes individuais, o seu papel é executar os benefícios previdenciários previstos no Regime Geral de Previdência Social.

Isso inclui realizar o pagamento de aposentadorias ou outros benefícios, como o auxílio-doença e pensão por morte. Sendo assim, os benefícios previstos e disponibilizados pelas previdências social são:

  • Aposentadoria por idade;
  • Aposentadoria por invalidez;
  • Aposentadoria por tempo de contribuição;
  • Aposentadoria especial;
  • Auxílio-doença;
  • Auxílio-acidente;
  • Auxílio-reclusão;
  • Pensão por morte;
  • Pensão especial (Síndrome da Talidomida);
  • Salário-maternidade;
  • Salário-família.

Dessa forma, se você é trabalhador de uma empresa de auditoria contábil, por exemplo, ou o seu cônjuge faleceu enquanto trabalhava na condição de CLT, você se enquadra para receber algum benefício no INSS.

Prova de Vida

Bem, a prova de vida é a comprovação de que a pessoa que recebe determinado benefício ainda está vivo e pode continuar recebendo através do INSS. Esse é um procedimento muito importante para evitar fraudes e pagamentos indevidos, por isso deve ser feito todos os anos.

Portanto, se você trabalhou em um consultoria empresarial e está aposentado, ou é pensionista do INSS e com isso recebe algum benefício do governo, a prova de vida é fundamental para que você continue recebendo os seus pagamentos em dia.

Por isso essa nova forma irá facilitar e muito a vida dos aposentados e pensionistas, otimizando todo esse processo.

Assim como alguém que trabalha com cadastro de procuração INSS bem sabe, esse decreto foi assinado no dia 24 de janeiro de 2023 na portaria que regulamenta os novos procedimentos do Instituto Nacional do Seguro Social em relação à prova de vida dos beneficiários.

Isso significa que a partir dessa data é de responsabilidade do INSS verificar se o aposentado e pensionista está vivo, com isso o órgão terá 10 meses, a partir da data de nascimento do beneficiário para a comprovação.

Caso o INSS não consiga fazer a comprovação nesse período, essa pessoa terá mais dois meses para provar que ainda está vivo, nessa situação os beneficiários serão notificados através:

  • Do aplicativo “Meu INSS”;
  • Por telefone pela Central 135;
  • Pelos bancos.

Será solicitado para que você se identifique e informe para o governo. Com isso cai a obrigatoriedade do beneficiário precisar ir até uma agência se identificar,isso só será preciso caso o governo não consiga fazer o cruzamento de dados.

Além de comparecer nas agências, o beneficiário também pode fazer a comprovação através do aplicativo “gov.br” através do reconhecimento fácil, dessa forma você consegue provar que está vivo e a plataforma envia as informações para o INSS.

Basta seguir as informações abaixo:

  • Baixe o aplicativo gov.br;
  • Caso não possua uma conta gov.br, crie uma;
  • Logue no aplicativo;
  • Na tela inicial, em “Serviços”, clique em “Prova de vida”;
  • Clique em “Histórico de Prova de vida”;
  • Logo após selecione a “Prova de vida pendente”;
  • Na tela “Autorização”, clique em “Autorizar”;
  • Siga as instruções para fazer o reconhecimento facial;
  • Após finalizar o reconhecimento facial com sucesso, clique em “OK”;
  • O status da sua Prova de Vida mudará para “Autorizado”;
  • Acompanhe a Prova de Vida pelo site do órgão pagador.

Isso deve ser feito apenas se o INSS não localizar suas informações e com isso a sua prova de vida ficar pendente, mas lembre-se que eles têm o prazo de 10 meses após a data do seu aniversário.

Esse cruzamento de dados feito pelo INSS funciona como uma espécie de controle de ponto online, onde o órgão terá suas informações para comprovação que você ainda está vivo, entenda um pouco melhor como irá funcionar no próximo tópico.

Quais dados o INSS usará?

Se você está se perguntando como o INSS irá cruzar as informações para a comprovação de que um aposentado ou pensionista está vivo, saiba o INSS usará dados como:

  • Empréstimos;
  • Vacinação;
  • Cadastro ou recadastramento nos órgãos de trânsito ou segurança pública;
  • Atualização no CadÚnico;
  • Votação nas eleições;
  • Emissão ou renovação do passaporte;
  • Emissão de prontuário eletrônico pelo SUS;
  • Acesso a aplicativos do governo.

Além disso ela irá atualizar suas informações em momentos como:

  • Emissão ou renovação da carteira de motorista;
  • Emissão ou renovação carteira de trabalho;
  • Alistamento militar;
  • Emissão ou renovação da carteira de identidade.

Ou qualquer outro documento oficial que necessite da presença física do usuário ou reconhecimento biométrico, além de claro a declaração do Imposto de Renda, como titular ou dependente.

Como será feito esse cruzamento de dados?

Nossos dados ficam registrados em vários lugares, desde o momento que procuramos por “exame admissional valor” ou se fazemos alguma compra com o cartão de crédito.

Com isso o INSS receberá os dados de órgão parceiros e irão comparar com dados que já tem cadastrados em sua base, por exemplo, se uma pessoa passou em uma consulta em um posto de saúde, ou pegou algum remédio pela farmácia do SUS.

Recebendo essas informações o INSS tem a comprovação da atividade desse usuário e com isso entende que ele está vivo, isso irá servir para compor o pacote de informações sobre esse beneficiário.

Essa espécie de sistema ERP, reunirá uma série de ações desse aposentado ou pensionista, que serão registradas ao longo do ano, nos diferentes bancos de dados dos parceiros do órgão.

Dessa forma ficaram registradas uma série de dados, quando essas informações fornecidas pelos parceiros do INSS ao longo do ano, forem suficientes, o sistema irá considerar que a prova de vida foi realizada.

Isso irá garantir a manutenção do benefício para essa pessoa, até o próximo ano, bem mais cômodo e simples para os beneficiários.

O que acontece se o INSS não conseguir os dados?

Caso não seja registrado nenhum dado, o beneficiário será notificado de forma automática pelo INSS.

Dessa forma a pessoa tem um prazo de 60 dias, após a emissão deste comunicado, para realizar essa identificação que pode ser feita pelo aplicativo “Meus INSS”, ou pela plataforma “gov.com.br”.

Se mesmo assim a pessoa não for identificada em nenhuma dessas ações e não for localizado nenhum dado, ou caso esse beneficiário não consiga atingir o pacote de informações.

O INSS irá programar de forma automática uma pesquisa externa, que será realizada por servidor do órgão, ou seja, uma pessoa pessoalmente na casa desse aposentado ou pensionista para localizar essa pessoa.

Por isso é fundamental que todos os seus dados estejam atualizados, para que esse agente consiga comparecer até o local.

Caso essa pessoa não seja localizada de nenhuma das formas descritas acima, o benefício será bloqueado, dessa forma o INSS irá notificar o aposentado ou pensionista que o benefício será bloqueado pelo prazo de 30 dias.

Esperamos que o texto de hoje tenha sido extremamente útil e que você tenha conseguido entender como irá funcionar essa nova modalidade da prova de vida do INSS.

Faça deste texto o seu guia para se orientar sobre essa nova forma de funcionamento e dessa maneira você não irá se preocupar desnecessariamente.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

CTC: Saiba quem pode emitir a Certidão de Tempo de Contribuição

A Certidão de Tempo de Contribuição é um documento muito importante para qualquer trabalhador, mas principalmente nos dias atuais, uma vez que a cultura de trabalho mudou consideravelmente.

Antigamente, caso você realizasse serviços de contabilidade em uma determinada empresa, era muito comum que você continuasse nela por um longo período de tempo, se não até o fim dos seus anos de contribuição.

Isso acontecia porque a cultura de trabalho seguia o raciocínio de se especializar em uma determinada área, fazendo faculdade ou outros cursos profissionalizantes, entrar em uma boa empresa e crescer em sua escala organizacional até se aposentar.

Por exemplo, você pode se especializar em matemática e trabalhar com cálculo de décimo terceiro em uma mesma instituição por anos.

Com isso, muitas pessoas passavam muitos anos em uma mesma organização, entretanto, com o passar dos tempos as novas gerações se atentaram a não se especializar em uma única área.

Dessa forma, os profissionais começaram então a adquirir o máximo de conhecimento possível sobre um determinado setor, ou até mesmo diferentes áreas.

Por exemplo, uma mesma pessoa poderia trabalhar com o desenvolvimento de software e posteriormente com finanças, ou até mesmo possuir ambas as ocupações ao mesmo tempo, tendo dois empregos.

Todavia, com esse novo formato de trabalho, pode ser muito difícil conseguir acompanhar sozinho o seu tempo de contribuição, uma vez que diversos fatores mudam de uma organização para outra.

Continue lendo esse artigo e compreenda um pouco mais sobre o que é a Certidão de Tempo de Contribuição, como ela funciona, quais as etapas desse processo e entre muitos outros fatores.

O que é Certidão de Tempo de Contribuição?

A Certidão de Tempo de Trabalho, ou CTC, é nada menos do que um documento que é emitido pelos regimes de previdência com o objetivo de comprovar o tempo de contribuição previdenciária de um profissional, além de seus salários durante esse período.

O documento pode ser emitido em dois locais, onde tanto o Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que é vinculado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), quanto pelo Regime Próprio da Previdência Social (RPPS) sendo esse Federal, Estadual ou Municipal.

Através desse registro oficial, o segurado possui a capacidade de efetuar a transferência do tempo contribuído entre os dois regimes previdenciários, onde o RGPS pode ir para o RPPS e vice-versa.

Qual é a sua finalidade?

O objetivo principal desse tipo de transferência entre os regimes previdenciários, que é possibilitada pela Certidão de Tempo de Contribuição, é o de garantir o aproveitamento de todo o tempo de contribuição do profissional ao longo de sua vida.

Com isso, é possível que o trabalhador obtenha os seus benefícios previdenciários da melhor forma possível e de maneira justa.

Dessa forma, se não fosse por esse certificado, um servidor público que trabalhou, anteriormente, anos como CLT não poderia aproveitar esse período de contribuição para conseguir a sua aposentadoria.

Por exemplo, um funcionário de centros de usinagem CNC teria problemas em adicionar esses anos de contribuição ao passar para o serviço público.

Da mesma forma, um trabalhador que agora é CLT, mas que antes teve alguns anos trabalhados em serviço público teria a mesma problemática.

Com isso, a finalidade dessa certidão é a de validar todo o tempo de serviço do profissional, permitindo assim que o período contributivo seja transferido do seu regime de origem para o regime atual do profissional.

Quais são os seus benefícios?

A somatória de todo o período de contribuição em regimes diversos que é garantida pelo documento da CTC é extremamente vantajosa para o segurado.

Isso acontece porque existe a garantia que nenhum tempo de serviço cumprido em outros regimes é perdido, ou seja, o profissional possui a capacidade de assegurar que todo o seu período contributivo seja contado para a obtenção de um benefício previdenciário posterior.

Por exemplo, um funcionário que trabalha em uma empresa de segurança eletrônica pode mudar de emprego e continuar somando o seu período de contribuição.

Esse fator possui uma grande relevância para que ele consiga adquirir a sua aposentadoria na data em que efetivamente possui o direito, sem precisar trabalhar alguns anos a mais por não conseguir validar algum período laboral.

Com isso, outro ponto muito importante é que em um contexto de mudanças na legislação previdenciária, a CTC acaba se tornando ainda mais necessária, onde ele pode ajudar alguns trabalhadores a escaparem da Reforma da Previdência e as suas novas normas.

Por exemplo, se você é administradora de condomínios SP, você pode continuar trabalhando sem que as novas normas o afetem negativamente, devido à porcentagem e tempo de trabalho a ser recebido.

Todavia, como forma de garantir que esse documento proporcione vantagens e não prejuízos ao segurado, o mais adequado é contar com o apoio de um especialista da área.

Quem pode emitir esse documento?

Não existem quaisquer restrições para quem pode utilizar o documento de Certidão de Tempo de Contribuição, entretanto, a única exigência é a de que o segurado seja um trabalhador que tenha mudado de regime previdenciário. Com isso, a CTC é válida para os seguintes pontos:

  • Para o servidor público, antes CLT;
  • Para um servidor público que alterou de Regime Próprio;
  • Para um CLT, antes servidor público.

Esses são os funcionários que possuem direito a emitir o documento do CTC, garantindo assim a sua aposentadoria de forma justa.

Por exemplo, um profissional de manutenção de totens de autoatendimento, CLT, que mudou para um servidor público, pode utilizar esse certificado para somar todos os anos trabalhados.

O que é necessário para emitir o CTC?

Após se certificar de que você possui o direito a emitir o CTC, está na hora de efetivamente obter o documento.

Para que isso aconteça, você deve possuir alguns documentos que são essenciais para o requerimento, onde para quem precisa da certidão, com a finalidade de validar o seu tempo de contribuição no INSS, a documentação exigida é:

  • Documento de identificação com foto;
  • Número do CPF;
  • Comprovante de que trabalha como servidor público ativo durante solicitação;
  • Comprovante do período trabalhado no Regime Geral.

Esses são os documentos que precisam ser apresentados ao solicitar a sua certificação, obtendo assim todas as informações necessárias.

Todavia, para os funcionários que desejam a CTC com o intuito de validar o seu tempo de contribuição como servidor público em um Regime Próprio, Esses devem então apresentar as seguintes documentações:

  • Documento de identificação com foto;
  • Número do CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Número de identificação do trabalhador, sendo NIT ou PIS/PASEP;
  • Formulário da requisição da Certidão de Tempo de Contribuição.

Esses são os documentos que devem ser apresentados no caso, para que se consiga obter  certificado em questão.

Além disso, é muito importante agendar o seu atendimento com um especialista, com o intuito de obter maiores informações, com uma orientação mais específica para o seu caso.

Quais são as etapas desse processo?

A CTC possui a grande vantagem de conseguir proporcionar ao profissional uma maior segurança de que os seus anos de contribuição serão somados, onde desde a função de registrar marca INPI até a de montar peças em uma fábrica podem usar esse documento.

Dessa forma, as etapas para o requerimento da Certidão de Tempo de Contribuição devem ser efetuadas de acordo com o regime que ela é solicitada.

Para quem quer aproveitar o seu tempo como um servidor público, para uma aposentadoria do INSS, as etapas variam de acordo com cada RPPS.

Todavia, em geral, o segurado deve procurar o setor de Recursos Humanos do órgão em que costumava trabalhar, com o objetivo de se informar referente a onde protocolar o requerimento.

Já os servidores públicos que precisam da certidão relacionado ao tempo de contribuição ao INSS, seguir alguns passos, como o de acessar o portal “Meu INSS”, em “meu.inss.gov.br” e fazer login no sistema.

Ao entrar, basta clicar em “menu” e, em seguida, na opção “agendamentos / solicitações”. Após essas etapas, você deve acionar um “novo requerimento”, selecionar a CTC, atualizar os seus dados pessoais e de contato ao serem solicitados e clicar em “avançar”.

Em seguida, você deve preencher as informações que são necessárias e os documentos já mencionados para esse caso. Por fim, basta apenas concluir o seu pedido.

A Certidão de Tempo de Contribuição possui muitas vantagens, uma vez que, principalmente nos dias atuais, a mudança de empresas e áreas é constante, visando o máximo de aprendizado e aprimoramento.

Com isso, se certifique de obter o seu CTC da melhor forma possível, através dos passos mencionados, garantindo assim a sua aposentadoria e assegurando o seu tempo de contribuição.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

As 10 profissões que estarão em alta em 2023

O mercado de profissões para 2023 apresenta um panorama promissor em especial para algumas áreas que permeiam o meio digital.

Após um período de bastante reinvenção social em decorrência da pandemia da COVID-19, para 2023, existe esperança de uma recuperação dos setores financeiro e econômico. 

Para este ano, mesmo com certa insegurança, é visível o aquecimento do mercado, e a retomada das atividades com certa normalidade.

Muitas profissões foram adaptadas nesses últimos 2 anos, arriscando-se dizer que outras foram criadas para suprir as demandas pessoais e comunitárias durante a necessidade dos distanciamentos necessários para a prevenção de contágio e cuidado com a vida.

Atualmente a maior parte dos trabalhadores desejam o modelo home office, que veio com tudo para ficar. Mas existem bastante profissionais que gostam do formato híbrido. 

Em geral, as empresas tentam conciliar e entender a demanda dos profissionais, de forma a preservar a cultura organizacional da empresa.

Porém, é sabido que algumas atividades, que envolvem hospitais, vendas, fábricas ou centros de distribuição, não tem como entrar para o home office.

10 profissões que devem crescer

Portanto, com essa grande mudança no modo de viver, confira 10 profissões que devem crescer neste ano.

1 – Desenvolvedor de aplicativo

Essa profissão possui uma média salarial de R$ 4.670,00. Além disso, esse mercado tem crescido expressivamente devido às demandas do mundo tecnológico atual. 

Por exemplo, até mesmo uma empresa de coffee break corporativo pode contratar um desenvolvedor de aplicativos para melhorar suas entregas e fazer cardápios personalizados.

2 – Marketing digital

O profissional que trabalha com marketing digital possui uma média salarial de R$ 5072,00. Em um mundo de clientes cada vez mais exigentes, o ambiente de marketing digital deve estar cada vez mais atualizado e bem estruturado para satisfazer as demandas atuais.

Diversos setores podem se beneficiar com esse profissional, pois estratégias de marketing digital podem ser utilizadas até mesmo para vender um curso de teatro.

3 – Gerente de conteúdo

O profissional que trabalha como gerente de conteúdo possui uma média salarial de R$ 5.500,00. Em um mundo altamente conectado e que precisa estar bem informado e atualizado, o Gerente de conteúdo tem sido cada vez mais essencial. 

Por exemplo, um gerente de conteúdo pode trabalhar até mesmo com a tradução juramentada barata.

4 – Líder de crescimento

O líder de crescimento é uma profissão que possui um ótimo salário, contando com uma  média salarial de R$ 7.223,00, além de possuir muitas vagas para serem preenchidas. 

Vale pontuar que esse setor está em alta, visto que ele atua no posicionamento e desenvolvimento da marca. 

Até mesmo uma empresa que desenvolve software para cartonagens pode contratar esse profissional para desenvolver estratégias assertivas. Esse profissional fará com que esse sistema cresça e tenha uma boa visibilidade em relação a sua marca. 

5 – Gerente de Recursos Humanos

O gerente de RH possui uma média salarial de R$ 7.097,42. Durante a pandemia, a demanda nesse setor diminuiu, mas vem se recuperando aos poucos e exige que os profissionais sejam bem qualificados. 

Por mais que esse setor possa ter diminuído um pouco nos últimos anos, uma empresa de construção de casas que possui um bom gerente de RH, terá um enorme potencial, visto que os funcionários terão o mesmo objetivo de entregar com excelência e qualidade seus projetos de casas aos seus clientes. 

Por se tratar de uma área necessária em diversas empresas o mercado tem absorvido esses profissionais, portanto, pode ser uma ótima opção para você que deseja mudar de área de atuação. 

E por se tratar de uma área muito ampla, você pode trabalhar até mesmo em uma empresa de energia solar preço. 

6 – Gerente de Logística

Com média salarial de R$ 5.839,00, o gerente de logística é o especialista responsável pelo fornecimento de equipamentos, bens e serviços e pela gestão de fornecedores.

Os candidatos bem-sucedidos devem realizar atividades estratégicas de aquisição em várias categorias de gastos, encontrar melhores negócios e fornecedores mais lucrativos. O mercado para essa área está sempre em alta.

7 – Gerente de Compras

Esse profissional possui uma média salarial de R$ 5.015,00. 

O mercado para essa área, embora não muito conhecido, está assumindo destaque nas empresas atualmente, visto que o gerente de compras desenvolve estratégias de negociação e fecha negócios com fornecedores, além de reduzir os custos de produção da empresa. 

Por exemplo, uma instituição que deseja promover um evento e quer realizar um aluguel de cabine de fotos valor. O Gerente de Compras irá buscar a opção mais barata e vantajosa para a empresa.

8 – Engenheiro de Software 

Com média salarial de R$ 13.128,52 o engenheiro de software é um profissional muito versátil. O mercado está em ascensão pois movimenta bastante a economia e é considerada uma das melhores áreas tecnológicas.

Por exemplo, até mesmo uma empresa especializada em segurança eletrônica, que trabalhe com monitoramento residencial precisa desse profissional em sua folha de pagamento.

9 – Tecnologia da Informação

Tendo como média salarial de R$ 10.718,63 esse área possui um mercado promissor com remunerações atrativas. É necessário, no entanto, muita preparação, visto que existe bastante concorrência e a profissão está sempre se reinventando. 

10 – Biotecnologista pleno

Com média salarial de R$ 4.535,00, além de ser um setor que está em ascensão, apesar de ser considerada uma profissão nova. Essa profissão tem sido bastante demandada na indústria e no setor de serviços. 

Principais habilidades necessárias

Agora que você conferiu as profissões que estarão em alta no próximo ano, é fundamental que você confira quais habilidades são necessárias para crescer independentemente do setor.

  • Pensamento Analítico e Inovação;
  • Aprendizado ativo;
  • Resolver problemas complexos;
  • Pensamento crítico;
  • Criatividade, engenhosidade e iniciativa;
  • Liderança e Influência Social.

Portanto, ao buscar desenvolver esses quesitos o sucesso é só questão de tempo.

Tendências do mercado de trabalho para 2023

O mercado de trabalho passa por uma fase de transição. Se antes as empresas estabeleciam as regras e os especialistas aceitavam, o jogo mudou. Funcionários qualificados impulsionam a mudança, especialmente em cenários de transformação digital.

Hábitos que tornam as pessoas bem-sucedidas

As pessoas com uma atitude “posso fazer” abordam todas as situações com uma perspectiva de resolução. 

Eles sempre usam frases como “nós podemos”, “nós iremos”, “nós iremos” e sempre afirmam que há uma solução. Essas pessoas falam com explicações e soluções de problemas em mente e abordam os desafios com uma perspectiva positiva.

Se você não tem certeza de como fazer algo, “vou pensar sobre isso” é a melhor resposta, evite usar o famoso “Não sei”. 

As pessoas de sucesso veem cada situação como uma oportunidade, incluindo problemas e frustrações. 

Quando os outros veem dificuldades, as pessoas bem-sucedidas sabem que a resolução de problemas leva aos mesmos produtos, serviços e novos clientes, bem como à possibilidade de sucesso financeiro. Lembre-se: sucesso significa superar desafios. 

Portanto, o sucesso não pode ser alcançado sem algum tipo de dificuldade.

Quanto maior o problema e quanto mais pessoas se beneficiarem de sua solução, maior será o sucesso. Uma das melhores e mais rápidas maneiras de se diferenciar da multidão é estabelecer-se como alguém que torna as coisas melhores, não piores.

A maioria das pessoas não vai longe o suficiente para ser reconhecida, notada e causar um grande impacto. Eles procuram proteger sua reputação.

Invista na qualificação profissional

Em 2023, os colaboradores podem esperar que a empresa invista em programas de treinamento e qualificação. É um movimento das empresas para compensar a falta de talentos que podem ajudar os profissionais a progredir em suas carreiras.

De acordo com uma pesquisa recente da Amazon e da Workplace Intelligence nos EUA, as oportunidades de aprender novas habilidades no local de trabalho são tão importantes para os funcionários, que 83% dos colaboradores consideram o aprimoramento de suas habilidades uma prioridade máxima em 2023.

E se as empresas não investirem em tecnologia, podem perder os talentos atuais. O mesmo estudo constatou que 74% dos funcionários estavam preparados para deixar o emprego atual devido à falta de desenvolvimento de habilidades e oportunidades de mobilidade na carreira. 

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a taxa de desemprego caiu para 8,7% no terceiro trimestre e foi considerada a menor taxa de desemprego desde junho de 2015. 

A demanda por profissionais de tecnologia continua crescente, enquanto finanças, engenharia e logística aumentaram significativamente em 2022 e continuarão aumentando em 2023.

A definição de carreira e estudos é realizada com base no perfil pessoal. É necessário acompanhar o que o mercado busca em cada departamento para que o profissional possa atualizar o currículo e acompanhar esse desenvolvimento. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


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