quarta-feira, 20 de abril de 2022

Saiba como funciona um registro de marca para MEI

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O brasileiro é o povo mais criativo do mundo. A capacidade tupiniquim de se adaptar a diferentes realidades e cenários é impressionante, talvez essa seja a principal marca do brasileiro.

Viver dessa forma só poderia ser benéfico para o empreendedorismo, que felizmente cresce conforme os anos passam. Empreender é lidar com diversas situações difíceis e, quando o sucesso chegar depois de muito esforço, aquela pequena loja torna-se uma marca.

O MEI (Microempreendedor Individual) foi um dos principais responsáveis pelo surgimento de milhares de lojas em todo o Brasil. Por seu imposto ser unificado graças ao DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), milhares de pessoas desejaram se aventurar nesse meio.

Existem lojas para tudo, seja de Empresa de levantamento topográfico, advocacia, contabilidade, papelarias digitais e muitas outras. Mas um pequeno problema está tomando conta da mente de algumas pessoas que acabam tendo de mudar sua identidade da marca.

O problema está com o registro dessa marca para se tornar um MEI. Imaginando um cenário onde uma loja foi aberta com um determinado nome e identidade visual e, no momento de expandi-la, você descobre que já existe outra com esse nome.

Utilizá-lo poderia acarretar um processo por direitos autorais ou até plágio. Já imaginou depois de fazer toda uma cotação de seguro para sua loja ser intimado judicialmente por plagiar algo que foi criação sua? Seria um filme de terror.

Para isso é preciso registrar a marca o quanto antes, desse modo você garante a proteção legal pelo uso de tudo o que for construído através dela. Ou seja, seus produtos ficam marcados por você e qualquer pessoa que infringir isso está sujeito à lei.

Ao criar um MEI, o microempreendedor cria um nome social e fantasia para sua empresa, mas isso não o protege de futuros plágios. É para isso que foi criado o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

No artigo de hoje, você verá o passo a passo de como funciona um registro de marca para MEI.

Definindo a palavra marca

No dicionário, a palavra marca tem como primeiro significado traço, sinal ou impressão deixada por alguém ou algo. Pais e mães de pets sabem quando seus bichinhos estão marcando um território, pois estão deixando o cheiro deles no local determinado.

Animais fazem isso, assim como os seres humanos determinam o que é deles por meio de marcações. O globo é composto por diferentes nações que mantêm marcado seus limites territoriais. Assim as empresas determinam de forma objetiva o estilo de suas marcas.

Vejamos a definição de marca utilizada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), órgão responsável pelo registro de marcas e patentes:

“Todo sinal distintivo, visualmente perceptível que identifica e distingue produtos e serviços, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas.”

Vale explicar que esses sinais distintivos podem ser palavras, figuras e até símbolos. Todos eles devem por obrigatoriedade respeitar os direitos humanos, sob pena legal caso descumpram.

Uma Empresa de consultoria e fiscalização de obras escolhe um nome fantasia quando decidem dar entrada no MEI e a marca é registrada, mas o registro da marca é um patrimônio importantíssimo para uma empresa.

Basta lembrar das marcas top of mind, que são as líderes de mercado de todos os segmentos. Por exemplo, se pensarmos em aparelho celular, time de futebol, leite condensado e afins, todas elas remetem a algum tipo de produto específico.

Esse produto é desenvolvido e distribuído por uma determinada marca que demonstra toda sua força dentro do mercado. O nível é tanto que ela detém até um certificado digital contábil para que nenhum concorrente utilize o nome de forma equivocada.

Principais benefícios de registrar sua marca

Entendemos o que é uma marca e a força que ela exerce dentro do mercado. Agora é necessário compreender os benefícios adquiridos por quem faz esse registro, veja alguns deles:

  • A marca vira uma propriedade sua e dos sócios;
  • Cópias e uso indevidos são impedidos por lei;
  • O negócio ganha credibilidade perante o mercado;
  • Uma marca registrada abre portas para criação de franquias.

Ter uma empresa é ter uma extensão de seus bens, assim como uma casa, cachorro ou carro. Garantir o uso exclusivo dela é direito seu e violar isso pede por punições dentro da lei.

É inevitável o interesse de todo o MEI de crescer, logo é necessário obter um registro do que está sendo feito para posteriormente conseguir abrir uma franquia daquilo que está sendo aplicado na loja inicial.

A microempresa pode começar realizando um trabalho comum como a tradução de documentos e posteriormente crescer até virar uma grande editora de artigos internacionais.

Para que isso ocorra de forma legal, o registro precisa ser feito o quanto antes, pois os concorrentes e clientes precisam saber que ali existe uma empresa consolidada que ostenta uma marca forte em suas atividades.

Projetos onde a marca não é autorizada acabam por prejudicar muito a imagem da empresa nas redes sociais, parceiros e investidores. Quanto mais organizado, melhores as chances de conquistar cada um desses agentes extremamente importantes dentro do mercado físico ou digital.

Como registrar sua marca 

Existem passos que devem ser seguidos à risca para realizar um registro da marca e identidade visual da sua empresa. Por conta disso, preste atenção nos tópicos que virão a seguir.

1- Checando a disponibilidade da marca

Além de impedir marcar iguais, o INIP também impede marcas que são extremamente semelhantes, seja por meio de nomes, símbolos, cores e outros aspectos, o que torna as coisas muito mais interessantes.

O objetivo é impedir que pessoas se aproveitem do nome de outra marca e vendem produtos para pessoas menos avisadas. Basta entrar no site da INIP e fazer uma busca pelo nome da marca, por exemplo, e ele realizará uma análise do conteúdo.

Ao ser aprovado, é preciso selecionar uma das 45 classes de produtos e serviços listados, é o que chamamos de classificação de Nice. Desse modo o programa entende que sua marca corresponde a esse determinado tipo de segmento.

2- Emita e pague o GRU

Agora que você já chegou a disponibilidade da sua loja de desenho e melhoria de processos ou qualquer outro segmento, será preciso pagar a taxa GRU (Guia de Recolhimento da União). O valor para MEI é R$ 142,00 e para quem não for R$355,00.

Guarde o número da guia e o comprovante de pagamento, pois será necessário nas próximas etapas. Lembre-se que esses valores podem mudar com o passar dos anos, então verifique sempre a cotação atual nos sites oficiais.

3- Solicite o registro da marca

Agora é necessário fazer a solicitação de registro da marca por meio de um formulário no site e-Marcas. Não esqueça de anotar o número de processo da solicitação (protocolo) pois levará um tempo até que a aprovação seja feita.


Lembra do comprovante GRU? Ele deve ser encaminhado junto com o formulário. Preencha as informações correspondentes ao que será comercializado. É nesse momento que a imagem da marca também é enviada para registro.

4- Acompanhamento do pedido

Essa etapa exige apenas cuidado para que o prazo não seja ultrapassado. Existe a possibilidade de ativar as notificações das etapas de aprovação por e-mail, porém continue acompanhando as atualizações no sistema de busca de marcas.

Lembre-se que o meio oficial do acompanhamento é pela RPI (Revista de Propriedade Industrial), pois é somente depois de sua publicação que os prazos passam a correr de acordo com cada fase.

5- Deferimento do pedido

Agora com tudo pronto, prepare o bolso, pois será necessário pagar mais uma taxa para liberar o certificado de registro. O valor atual é de R$ 298,00 para MEIs e deve ser renovado a cada dez anos.

No total você gastará R$ 440,00 em taxas mais o tempo de todos os processos burocráticos para conseguir registrar sua marca. É bem simples de conseguir o registro, assim como uma legalização societária ou até mesmo a abertura do MEI.

Considerações finais 

A garantia do registro da marca é garantida pelo INPI, que é responsável por patentear invenções, modelos industriais, marcas, a repressão à concorrência desleal, entre outros.

São órgãos do Governo Federal, porém fontes oficiais que respeitam e seguem a Constituição de 1988. Desse modo você garante a proteção da sua marca como MEI, o que impede que até grandes indústrias tentem usar seu nome.

Se você está começando, faça a abertura de empresa simples, que é o MEI, e em seguida corra para garantir o registro da sua marca.

Desse modo você garante autenticidade, segurança e credibilidade da sua empresa para construir o sonho de ser um grande empreendedor. Se você já fez o processo há mais de dez anos, lembre-se de atualizá-lo, pois alguém pode estar esperando o momento de vencimento apenas para isso.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 dicas para evitar o passivo trabalhista  

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Um passivo trabalhista abrange tudo o que é direito de um empregador receber legalmente, porém, quaisquer que sejam os motivos, não lhe foi contemplado. 

O passivo trabalhista difere dos encargos sociais (ou verbas da legislação) devidos aos empregados. Esses pagamentos já são previstos e determinados pela lei, enquanto que o passivo existe a partir do momento em que essas verbas não são pagas adequadamente.

Nesses casos, cabe aos trabalhadores intervirem judicialmente de modo a requisitar os seus direitos devidos. Por conta do não pagamento no tempo hábil em questão, a empresa,  ou pessoa física, correrá o risco de pagar uma multa sobre o montante devido. 

Além da multa, será avaliada a aplicação de juros e correção monetária somadas aos honorários advocatícios. Por se tratar de um montante bastante expressivo, caso eles se acumulem exponencialmente, poderão afetar a saúde financeira da empresa. 

O conceito de passivo trabalhista precisa, assim, estar muito claro no momento da gestão, de modo a evitar saldos devedores, multas, pendências financeiras ou custos extras não provisionados. 

É fundamental um controle e desenho e melhoria de processos para evitar esse tipo de prejuízo. Além disso, é importante também garantir a boa imagem da empresa diante da sociedade.

Principais causas de passivos trabalhistas

Pois bem, é possível dizer que os passivos trabalhistas podem ter diferentes origens, como:

  • Má gestão de pagamentos;
  • Desconhecimento da lei trabalhista;
  • Falta de controle na jornada de trabalho;
  • Alta rotatividade.

Dentre os principais motivos das ações judiciais, podemos citar as ações movidas por questões de salários e horas trabalhadas.

Essas ações são movidas, expressivamente, pelos empregados que não foram pagos conforme as horas trabalhadas, sabendo que a legislação trabalhista garante que todas as horas trabalhadas sejam pagas adequadamente e no momento correto.

Tais ações judiciais são por não cumprir os horários de almoço (intervalo intrajornada) e, além disso, danos morais por assédio no ambiente de trabalho. 

Essa atitude do empregador é vista, sob perspectiva da justiça, como uma omissão da empresa sobre o cumprimento de seu papel e responsabilidade e poderá questionar a legalização societária.

É válido mencionar que esses processos somente irão adiante frente a apresentação de provas materiais ou imateriais. Então, o curso de uma ação poderá levar a diferentes fins.

Caso o processo seja levado adiante, é necessário que a empresa, com o auxílio de uma equipe jurídica, apresente um acordo inicial. O acordo sempre é preferível, pois evita o desgaste ao longo do tempo e maiores consequências financeiras. 

Consequências do passivo trabalhista

Como consequência, podemos citar o aumento de processos judiciais em desfavor da empresa. Esses processos geram um custo não somente do averbado na causa, mas também pelos honorários advocatícios e recursos. 

Dependendo do tipo de causa, em especial uma causa em conjunto, no qual diferentes trabalhadores se juntam em uma única causa de diversas frentes, o valor do passivo será altamente considerável. Isso trará um impacto expressivo na gestão e lucratividade do negócio.

Por conta dos processos, as fiscalizações do Ministério Público do Trabalho (MPT) estarão mais presentes em sua empresa. Esse órgão, que tem o objetivo de garantir a execução da legislação trabalhista, fará visitas frequentes em sua empresa, podendo levantar outras inadequações trabalhistas.

Além disso, os empregados poderão formalizar suas reclamações por meio de denúncias diretamente ao MPT, uma vez que ele se mostrou presente e acessível. 

Caso irregularidades sejam encontradas nos registros de pagamento, a empresa poderá ter consequências de multas e a abertura de empresa simples pode até ter suas atividades suspensas. 

Como empresas podem prevenir passivos trabalhistas

As empresas devem ter o compromisso de estar em conformidade com a legislação trabalhista de modo a garantir a segurança do trabalhador. Além disso, ela também deve se certificar da transparência de suas responsabilidades em relação aos seus empregados. 

Assim, caso ela mantenha rigor e controle sobre seus processos de responsabilidade e transparência, ela poderá identificar de antemão as potenciais falhas e contorná-las antes que elas sejam judicializadas.

Isso não somente garante o bem-estar e direitos do trabalhador previstos por lei, mas também fortalece a identidade da marca com o compromisso com suas pessoas e a sociedade. 

É válido dizer que a responsabilidade social é uma das principais tendências das empresas no momento. Portanto, se destacar nesse requisito chamará atenção do mercado.

Assim, existem várias frentes em que se pode evitar o passivo trabalhista. Uma delas é justamente o controle do compliance a ser revisto constantemente. Outra maneira seria criar um canal de comunicação direta com o empregador a fim de resolver esses problemas “dentro de casa”. 

As pessoas tendem a querer resolver os problemas com os meios que estão a sua disposição. Uma empresa de Empresa de consultoria e fiscalização de obras, por exemplo, pode disponibilizar uma equipe inteira para coletar e endereçar as reclamações. 

Esses apontamentos, por sua vez, jamais devem ser ignorados. Além disso, as empresas sempre devem avaliar seu papel se:

  • A empresa incentiva metas inatingíveis;
  • Há competitividade excessiva entre empregados;
  • Horas extras são frequentes;
  • Os empregados estão alocados de acordo com suas capacidades;
  • Pagamentos são realizados corretamente;
  • O ambiente de trabalho é seguro.

Após refletir sobre os pontos acima citados, confira abaixo as 5 dicas para evitar o passivo trabalhista.

  1. Otimize a gestão da folha de pagamentos

A organização dos pagamentos e recebimentos é essencial para evitar duplicidade nas saídas (e entradas) de verbas em sua empresa.

Apesar de a gestão de folha de pagamentos ser uma das áreas que mais requer custos para a manutenção, eles são proporcionais à importância da organização financeira e diminuição de custos de pagamentos de funcionários.

Para evitar retrabalho, erros e o passivo trabalhista, todos os cálculos de folha devem ser feitos e revisados em tempo hábil antes de a folha fechar e, se possível, com um certificado digital contábil.

Com o auxílio da jornada de horas, a equipe de RH responsável pelos cálculos poderá considerar os devidos pagamentos referentes às horas extras e seus adicionais, por exemplo.

Assim, o controle de salários, horas extras devidas, allowances e demais adicionais é imprescindível para abaixar o passivo trabalhista. Além disso, caso os pagamentos sejam feitos corretamente, a satisfação do colaborador também aumenta.

O cálculo da folha de pagamentos está diretamente conectado ao controle de jornada de trabalho e, por origem, o controle de batida de ponto.

  1. Controle a jornada de trabalho

Além das dicas citadas acima, é interessante, como em uma Empresa de levantamento topográfico, contar com profissionais do ramo, como contadores, profissionais de Recursos Humanos e consultores jurídicos para garantir o cumprimento fiscal.

Não somente o desconhecimento da legislação e dos processos empresariais poderá expor sua empresa ao passivo trabalhista, mas ele também pode direcioná-la a realizar pagamentos sem necessidade e que, muitas vezes, não são estornados.

Nesse sentido, o programa e os profissionais poderão orientar sua empresa a mantê-la em conformidade sem uma maneira legal. Entenda esse custo, portanto, como um investimento a médio e longo prazo.

  1. Tenha gestão sobre o controle de ponto

A Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) prevê jornada máxima de 8 horas por dia e 44 horas semanais. Ademais, ela também prevê o controle manual, mecânico ou eletrônico uma vez possibilitado de fiscalização e auditoria. 

Existem vários sistemas de controle eletrônico de ponto no mercado para o acompanhamento da jornada de trabalho do empregado.

Com o controle, será possível administrar pagamento da entrada, intervalo, saída, folgas e horas extras. Isso também assegura ao trabalhador o recebimento de horas extras, caso ele receba orientações sobre serviço adicional sem ser pago.

O controle de ponto pode garantir que os pagamentos sejam realizados tempestivamente e corretamente, a fim de evitar problemas trabalhistas para o empregador. 

  1. Faça consultas jurídicas com regularidade

De tempos em tempos, uma consulta jurídica poderá prever algum risco de passivo trabalhista. Por isso, sempre que houver dúvida em algum caso, procure orientação jurídica para ter ressalvas nas ações que for tomar. 

É sempre importante lembrar que as leis estão sujeitas a revisões e atualizações, por isso, realizar uma consulta com especialistas sempre será recomendável antes de tomar decisões.

Para isso, garanta que a documentação do trabalhador esteja em ordem, como comprovantes de pagamento, fichas financeiras, recibos e tradução de documentos. Para qualquer tipo de ação, a documentação deve estar em ordem precocemente. 

Do mesmo modo, é recomendável que a equipe de RH esteja preparada e informada sobre os casos mais sensíveis ao passivo trabalhista. Pode ser que eles sejam convocados a testemunhar algum processo.  

Um RH alinhado e eficiente poderá prever e evitar processos quando eles ainda são um problema interno da empresa. 

  1. Tenha um seguro garantia

Imprevistos podem ocorrer mesmo com a aplicação de uma gestão fluída e com controle de pagamentos. Por esse motivo, é fundamental que haja um “Plano B” caso um passivo trabalhista venha a ocorrer.  

O seguro garantia, nesse sentido, é uma boa maneira para constituir o planejamento financeiro de sua empresa. Ele pode funcionar como uma alternativa ao pagamento de recursos trabalhistas. 

Assim, a empresa não precisa disponibilizar de seu caixa ao realizar o pagamento à vista. O seguro garantia funciona como uma alternativa positiva. Como existem muitos seguros no mercado, realizar uma cotação de seguro é recomendável.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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quarta-feira, 13 de abril de 2022

Revisão da Vida Toda: Como saber se é beneficiado e como calcular 

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O Brasil é uma República Federativa de níveis continentais, isso significa que  as leis federais valem por todo o território nacional. A Constituição Federal é o livro onde todos os direitos e deveres do brasileiro estão e por isso é importante fazer a “revisão” de alguns.


São diversos benefícios que diversas categorias podem usufruir e isso é garantido a elas por direito, ou seja, não há vergonha em requisitá-los pois já são seus. Muitas pessoas acabam deixando de resgatá-los achando que vão gerar custo ou algo parecido.

O primeiro passo para conquistar qualquer benefício é compreender a diferença entre direito garantido e ajuda de custo. Por exemplo, a aposentadoria é um direito garantido a todos que trabalharam para conquistá-la.

Enquanto no momento de fazer uma cotação de seguro você pode desejar garantir um auxílio federal ou algo do estilo, são coisas diferentes que devem ser respeitadas. Dentre todos esses direitos existe um que é pouco compreendido pela população.

Estamos falando da Revisão da Vida Toda. Você já ouviu falar dela? Tem interesse em saber como calcular o valor e se você se enquadra como beneficiário? No artigo de hoje responderemos a todas essas perguntas.

O que é Revisão da Vida Toda?

A Revisão da Vida Toda é uma tese revisional que realiza o cálculo de todos os salários de contribuição da vida do segurado. Isso é feito por meio da RMI no Programa para Cálculo da Renda Mensal Inicial.

O Governo Federal entende que quem contribuiu mais para sua aposentadoria deve receber um benefício maior, além de que existe um tempo mínimo de contribuição para receber o valor.

É claro que você pode buscar uma consultoria contábil fiscal e trabalhista ou ir até a Previdência Social da sua cidade para fazer o cálculo, mas é interessante saber como que eles são feitos. Assim você consegue saber quanto irá receber e questionar em caso de dúvida.

Entendendo melhor os fundamentos da Revida Vida Toda 

Segundo a Lei 8.213/1991 (desde 1997) prevista no art. 122, existe uma proteção ao direito adquirido ao segurado que decidiu continuar trabalhando. Isso mostra que pessoas que demoraram para solicitar o benefício podem sim ser seguradas por ele.

Nesse caso, o INSS deve reconhecer como direito adquirido e conceder o melhor benefício. Isso é para aqueles casos de pessoas que, mesmo depois de cumprir o tempo mínimo, continuam trabalhando e recebem propostas melhores.

Como foi explicado um pouco acima, o INSS sempre irá considerar as maiores contribuições para fazer o cálculo do benefício. Não há a necessidade de apresentar um certificado digital contábil apenas os devidos registros na carteira.

Essa decisão só foi possível depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou a tese em repercussão geral. Os ministros negaram os recursos do INSS e fundamentaram a necessidade de conceder o melhor benefício à população.


Estar protegido e fazer o dinheiro trabalhar para você é a melhor maneira de conseguir uma segurança para o final da vida. E, por fim, o cálculo é feito considerando todo o período contributivo do segurado.

A revisão busca incluir no cálculo da sua aposentadoria os períodos contributivos de toda a sua vida, considerando 80% das maiores contribuições a partir de 1994.

A Revisão da Vida Toda é sempre a melhor opção?

Nem de perto. Existem diversos casos onde a revisão não valerá a pena e poderá prejudicar sua renda, mas para que isso seja analisado é necessário fazer o cálculo corretamente. Em geral, existem alguns perfis em que ela se fazia valer, são eles:

  • Pessoas que conseguiram bons salários antes de 1994;
  • Deixaram de contribuir para o INSS durante por 20 anos;
  • Diminuição da renda e contribuição desde os anos 90;
  • Já tiveram empresas de alta renda no passado.

Quando olhamos as informações dessa maneira, faz parecer que precisamos fazer a  tradução de documentos, mas acredite que é mais simples do que parece. Lembre-se que se trata de um direito e você pode buscar ajuda de profissionais caso julgue necessário.

Como calcular seu benefício

O cálculo realizado sempre será o mesmo, porém considerando tudo o que colocamos acima. O INSS considera apenas as construções que ocorreram depois de julho de 1994, o que infelizmente acaba prejudicando muitos assegurados.

Isso acontece pois muitas pessoas começaram a trabalhar bem antes desta data e acabam muitas vezes perdendo salários realmente superiores aos atuais. Por isso é interessante consultar uma Empresa de Consultoria em Gestão Financeira para checar as finanças trabalhistas.

Todas as contribuições do INSS ficam salvas no site e você pode ter acesso a cada uma delas. Tire o histórico e realize seu cálculo que é a média aritmética de todos os salários a partir de 07/1994.

Lembre-se de que não existe mais a necessidade de descartar 20% dos salários mais baixos. Façamos um exemplo de cálculo.

Um segurado só sabe se a Revisão será vantajosa realizando o cálculo da RMI utilizando os salário da Vida Toda. O primeiro passo será arrumar um CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) que informe todos os salários do cliente.

Tome cuidado agora, seja cauteloso como se fosse fazer um desenho e melhoria de processos. Depois de ter acesso aos salários, você notará que eles não estão corrigidos pela inflação e em moedas diferentes.

Se o cliente for muito grande, terão pelo menos 4 moedas diferentes (cruzado, cruzeiro, cruzeiro real e real). Por isso, fique atento e faça as devidas correções. Faça a conversão de todos os salários e limitados ao mínimo e teto de cada período.

Faça a média aritmética dos 80% maiores salários e não se esqueça de preencher os valores sem contribuição com o salário mínimo da época. O resultado de todas essas contas deve ser comparado com o salário atual da pessoa e ver se vale ou não a pena.

Adiantamos que a realização desse cálculo de forma manual pode ser extremamente complicado. Se você é uma pessoa comum que deseja verificar seu benefício, considere utilizar uma planilha eletrônica ou sistemas prontos para isso.

Caso você seja um profissional da área jurídica provavelmente já detém ferramentas e programas que aceleram os processos. São sistemas parecidíssimos com aqueles que fazem uma legalização societária, por exemplo.

Documentos necessários para entrar com a ação 

Se a sua Revisão da Vida Toda gerou um RMI vantajoso, busque um advogado para entrar com uma ação penal. Tenha em mente que o valor dos honorários do profissional deverão entrar na conta final do processo.

Alguns documentos serão necessários, portanto pegue uma caneta ou anote em seu celular para não esquecer nenhum. E se prepare, pois será um processo extremamente burocrático.

Os documentos necessários são: procuração judicial, identidade e CPF, comprovante de residência, declaração de hipossuficiência (caso tenha direito à justiça gratuita), termo de renúncia (se o valor de causa for menor que 60 salários mínimos) e CNIS.

Outras provas dos salários de contribuição (CTPS, holerites, fichas financeiras, extratos do FGTS), carta de concessão da aposentadoria ou processo administrativo da concessão, cálculo do tempo de contribuição, cálculo da RMI e o cálculo do valor da causa.

Os demais processos fogem um pouco da esfera civil e pedem a presença de um advogado. Busque profissionais que estejam acostumados com esse tipo de processo, afinal são diversos detalhes chatos que podem impactar.

Seja bastante transparente e tente ao máximo entregar tudo o que for pedido pelo profissional. O prazo para obter uma resposta do INSS é de 90 dias depois da protocolização da ação.

Considerações finais

Fazer uma Revisão da Vida Toda é quase tão burocrático quanto a abertura de empresa simples, porém, quando o resultado é positivo, o esforço acaba valendo a pena. É indiscutível que a Revisão está mexendo com o setor Previdenciário.

Contudo, depois de muita discussão, o aval que o STF proporcionou para a escolha dos salários maiores poderá beneficiar muita gente. Lembre-se que você pode ser uma exceção, por isso faça o cálculo direito antes de entrar com a ação.

Reforçamos que só é válido se no cálculo houver uma diferença positiva do salário atual para aquele que o segurado deveria receber. Cada caso é um caso, por isso não tenha medo de tentar e nem ache que não vale a pena.

Muitos advogados são especialistas em lidar com esse tipo de ação previdenciária, que é composta por inúmeros outros trâmites jurídicos. Normalmente esses profissionais estão com a gente cheia.

Caso você seja um advogado que deseja atuar nesse ramo, saiba que é uma excelente forma de deixar o escritório abarrotado de pessoas. Faça sua Revisão da Vida Toda e requisite aquilo que é seu por direito.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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terça-feira, 5 de abril de 2022

5 Maneiras de aplicar a automação de marketing e otimizar o tempo

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A automação se tornou uma pauta cada vez mais comum atualmente, tendo em vista que a tecnologia atual busca, cada vez mais, aprimorar as maneiras do ser humano lidar com seu dia-a-dia de forma mais prática e rápida, assim como lidar com suas atividades no espaço de trabalho. Portanto, a automação possui diversas categorias como residencial para o cotidiano, automação comercial para empresas e até a automação de marketing que é um conceito onde várias ferramentas estão a disposição das empresas que desejam inovar com esse conceito impressionante que auxilia na praticidade e facilidade de ações. A produtividade e economia de uma empresa ou agência focada ou não no marketing pode ter muitos benefícios de implementar a automação.

O público disponível na internet é imenso e as estratégias de marketing que podem te ajudar a atraí-los são inúmeras. Porém, realizar todas elas com primazia é um belo desafio tanto para os pequenos empreendedores quanto para as grandes corporações. Quem já ouviu falar sobre o marketing digital em específico com certeza tomou conhecimento do termo de automação de marketing. Muitos confundem o conceito com o processo realizado através do e-mail marketing, mas existem diferenças e vantagens vitais da automação de marketing que apenas sua prática pode oferecer.

A automação ajuda as empresas a atingirem potenciais clientes em grande escala, mas de forma personalizada para encaixar-se com cada necessidade. Saber mais sobre o assunto pode ser vital para empresas que visam se manter ligadas com estratégias de marketing para aumento de lucro e prospecção.

O que é automação de marketing?

A automação de marketing é uso de tecnologias para automatizar ações e processos, com o objetivo de aumentar a eficiência e a escalabilidade do marketing e, ao mesmo tempo, manter uma relação personalizada com cada lead ou cliente. Isso faz com que processos longos que muitas vezes necessitam de múltiplos profissionais leve muito menos tempo para ser feito através do uso de ferramentas específicas que ajudam uma equipe de marketing digital a se tornar muito mais produtivos.

O disparo de e-mail, uso de chatbots para atendimento ao cliente, agendamento de posts nas redes sociais e outras atividades são alguns exemplos básicos de automação de marketing que muitas empresas escolhem apostar. A automação também pode ser feita por meio das interações automáticas nas redes sociais. Apesar de ser algo pouco recomendado, é uma maneira de alcançar um público de qualquer forma.

A automação é a automatização de todo o processo de marketing por meio de workflows, que ativam uma tarefa após a outra automaticamente, sem a necessidade de ações manuais. Ela normalmente se liga ao inbound marketing, pois é capaz de gerar leads automaticamente.

Quais as diferenças da automação de marketing vs. e-mail marketing?

Muitos não compreendem que a automação de marketing não deve ser vista como a mesma ação apresentada pelo e-mail marketing. Enquanto o disparo automatizado de e-mails é possível através da automação, é preciso notar que existem algumas diferenças vitais entre essas ações.

A automação de marketing representa todo o conjunto de interações automatizadas entre marca e consumidor, enquanto o email marketing se refere apenas a envios pontuais para o mailing. Além disso, os conceitos também possuem análise de métricas diferentes entre si.

Quais os benefícios da automação de marketing?

A automação de marketing possui muitos benefícios que devem ser notados, entre eles devemos apontar as seguintes vantagens:

  • Investir mais nas soluções da empresa e ter aumento de ticket médio;
  • Redução do ciclo de vendas;
  • Aumento de integração e entendimento entre times;
  • Aumento de produtividade e praticidade nos processos;
  • Maior chances de obter leads com sucesso.

Sendo assim, a automação é uma prática que apenas traz vantagens para uma empresa que resolve implementar ela. Para adicionar a automação dentro de um negócio, é preciso fazer o uso de ferramentas que são essenciais e que ajudam no processo. Entre essas estão 5 incríveis maneiras de implementar a automação em uma empresa, seja ela um criador de site profissional ou qualquer outra categoria.

5 ferramentas como maneira de aplicar a automação de marketing e otimizar o tempo

A otimização de tempo automaticamente significa poupar gastos, aumentar o lucro e a prospecção e alcançar ótimos resultados. Existem certas ferramentas que devem ser recomendadas na hora de aplicar a automação de marketing.

Hootsuite

O Hootsuite é uma ferramenta usada para gerenciar muitos canais de comunicação, como Facebook, Instagram, LinkedIn e YouTube, ótima para equipes.

AgoraPulse

Além de ser uma forma de automatizar processos, o AgoraPulse é uma ferramenta de agendamento e gerenciamento de atividades que qualquer equipe pode usar.

PostCron

Uma ferramenta para automação das publicações, gerenciamento de conteúdos de múltiplas contas e agendamento de posts.

Buffer

O Buffer é uma das ferramentas mais populares para o agendamento de postagens e análise de métricas em tempo real.

HubSpot Marketing Hub

A HubSpot é a melhor ferramenta de inbound marketing do mundo, sendo assim sua ferramenta de automação oferece recursos como acompanhamento real de resultados e integração do CRM com o HubSpot.

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5 Maneiras de trabalhar no pós-venda e conquistar seu cliente

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Quem trabalha com o marketing de uma empresa, com o funil de vendas e a etapa de compras de um consumidor, certamente precisa reconhecer que o cliente nunca deve ser de importância apenas durante o momento de decisão e compra. A pós-venda é uma etapa muito esquecida por pequenos negócios e empreendedores inexperientes que não possuem formação ou estudo correto sobre o marketing dentro de sua empresa.

O fato é que conhecer sobre o conceito de pós-venda pode ser um diferencial para que um negócio se sobressaia em seu mercado. Seja qual for o setor de uma empresa, ela precisa sempre pensar em fidelizar e conquistar clientes permanentes que continuam retornando para ela. Essa é a estratégia que muitas empresas gigantescas utilizam para que seus clientes continuem interagindo com sua plataforma de forma contínua e para que eles até mesmo promovam e recomendem a loja, marca ou empresa.

O fato de querer sempre atrair novos clientes faz com que as empresas esqueçam de dar atenção para quem ainda é um bom cliente e para quem já confia e conhece a qualidade do seu serviço ou do seu produto. Quanto mais clientes fidelizados com uma empresa, melhor é seu lucro e, caso qualquer imprevisto ocorra, a empresa pode contar com um público que continua retornando para seus produtos.

Sendo assim, saber como fazer uma pós-venda de qualidade é um diferencial enorme para qualquer negócio, seja ele pequeno ou grande, é importante ter clientes fiéis com uma marca. Mas primeiro, é preciso entender o que é ela em si e como ela funciona, além de quais são seus benefícios e quais os tipos de empresa que devem idealmente usufruir dessa técnica de marketing.

O que é pós-venda?

O conceito de pós-venda pode ser algo que foge da mente de muitos, pois há uma definição simples e uma definição ampla que também deve ser considerada em outros casos. De maneira geral, a pós-venda pode ser dita como o atendimento prestado ao cliente após a compra de um produto ou serviço.

Porém, é importante contextualizar que, dependendo do porte de uma empresa, o pós-venda pode ser executado tanto pela equipe de vendas que fechou o negócio, quanto por uma estrutura separada, uma equipe especializada em atender o novo cliente. Isso depende do tipo e tamanho de uma empresa e se ela conta ou não com uma equipe de vendas.

É importante também citar que a pós-venda não é necessariamente o momento após realizar a compra, há várias situações: quando assinam um contrato, quando o produto ou máquina é entregue, quando há uma instalação ou quando o produto é testado e comprovado como bom. Portanto, a definição da pós-venda muda com cada situação, o que torna dela uma relação entre cliente e vendedor ou prestador de serviços ou empresa de forma duradoura. Todas as ações da empresa são feitas tendo em vista a vontade do cliente e seus possíveis interesses para forjar uma relação de segurança, confiança e fidelizar o cliente da melhor forma.

Qual o benefício da pós-venda?

A pós-venda é um fator crucial na decisão do cliente em voltar ou não a consumir produtos oferecidos por uma empresa. Portanto, se uma pessoa recebe um atendimento extra, carinhoso e atencioso que visa manter os interesses do cliente a frente de tudo, é mais que possível que esse cliente retorne ao local. O fato é que 9 em 10 pessoas não ligam em pagar mais por um produto caso o atendimento tenha sido, de fato, de boa qualidade.

Portanto, a pós-venda é uma forma de fidelizar clientes e manter o lucro de uma empresa fluindo da melhor forma possível, sempre lembrando que o cliente merece o melhor e que é preciso cumprir o que prometeu.

Quem pode se beneficiar do processo de pós-venda?

Um fator muito importante de notar é que todos os tipos de empresa que oferecem algum serviço ou produto podem se beneficiar desse processo. Seja uma loja online que ofereça qualquer tipo de produtos até um vendedor de máquinas agrícolas, o fato é que qualquer negócio pode ter benefícios incríveis de ter clientes fiéis.

5 Maneiras de trabalhar no pós-venda

Existem 5 principais maneiras de trabalhar no pós-venda de uma empresa, seja qual for seus serviços oferecidos. Essas formas seriam:

  • Ouvir e se interessar pelo o que o cliente tem a dizer e sugerir é uma ótima ideia;
  • Ter um contato proativo, sempre sugerindo opções e apresentando produtos para o cliente é importante;
  • O cliente sempre merece o melhor, portanto é preciso manter em mente que o produto oferecido precisa ser como aquele apresentado em anúncios;
  • Todas as palavras ditas durante uma negociação são importantes, portanto cumprir com o prometido é ideal para fidelizar um cliente;
  • Por fim, entender o cliente e criar um atendimento personalizado para suas vontades e gostos torna as vendas em algo humano e especial.

Dessa forma, uma pessoa pode se sentir incluída e especial, um tratamento como esse durante um atendimento muda tudo para qualquer consumidor.

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Quem ficou afastado na pandemia tem direito ao PIS?

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Como ficará o PIS dos funcionários que tiveram contrato suspenso em função da pandemia ao longo do ano-base 2020? Quem ficou afastado na pandemia tem direito ao PIS? Se você está querendo saber as respostas a estes questionamentos, então saiba que você chegou no lugar certo! Além de saber a resposta certa, você ainda terá acesso a outras informações.

Popularmente conhecido como abono salarial devido ao programa de pagamento do PIS, muitos trabalhadores estão com dúvidas se podem receber o abono salarial mesmo tendo o seu contrato suspenso durante a pandemia no ano de 2020.

Este questionamento foi até parar na medida aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) até que teve a sua resposta final.

Portanto, se você quer saber se quem ficou afastado da pandemia tem direito ao PIS, continue aqui com a gente e tenha acesso a essa resposta e outras questões relacionadas a este tema. Confira a seguir!

Quem ficou afastado na pandemia tem direito ao PIS?

Após a medida ser aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), os funcionários que tiveram contrato suspenso em função da pandemia ao longo do ano-base 2020 terão direito sim a receber o abono salarial pago agora em 2022 normalmente.

Por isso, se você se enquadra dentro dos perfis de recebimento do PIS, fique de olho no calendário atualizado.

Veja ele a seguir.

  • Nascidos em Janeiro recebem em 08 de fevereiro de 2022;
  • Nascidos em Fevereiro recebem em 10 de fevereiro de 2022;
  • Nascidos em Março recebem em 15 de fevereiro de 2022;
  • Nascidos em Abril recebem em 17 de fevereiro de 2022;
  • Nascidos em Maio recebem em 22 de fevereiro de 2022;
  • Nascidos em Junho recebem em 24 de fevereiro de 2022;
  • Nascidos em Julho recebem em 15 de março de 2022;
  • Nascidos em Agosto recebem em 17 de março de 2022;
  • Nascidos em Setembro recebem em 22 de março de 2022;
  • Nascidos em Outubro recebem em 24 de março de 2022;
  • Nascidos em Novembro recebem em 29 de março de 2022;
  • Nascidos em Dezembro recebem em 31 de março de 2022.

Como muitos sabem, o abono salarial é pago em relação aos meses trabalhados no ano de vigência ao pagamento. Hoje, com o salário-mínimo avaliado R$ 1.212,00, veja os valores proporcionais aos meses de trabalho em 2020 a serem recebidos pelos trabalhadores:

  • 1 mês: R$ 101;
  • 2 meses: R$ 202;
  • 3 meses: R$ 303;
  • 4 meses: R$ 404;
  • 5 meses: R$ 505;
  • 6 meses: R$ 606;
  • 7 meses: R$ 707;
  • 8 meses: R$ 808;
  • 9 meses: R$ 909;
  • 10 meses: R$ 1.010;
  • 11 meses: R$ 1.111;
  • 12 meses: R$ 1.212.

Agora, se você não sabe como receber o pagamento do PIS, prossiga com a leitura que vamos te ensinar como.

Como receber o pagamento do PIS

Se você faz parte da lista de trabalhadores que devem receber o PIS, saiba que a sua forma de saque é bem simples.

Para isso, se você possui conta na Caixa Econômica Federal, saiba que o valor é depositado automaticamente em sua conta-corrente ou poupança. Além disso, o crédito também pode cair em conta de maneira automática caso o trabalhador também tenha conta da Poupança Social Digital.

Agora, caso a pessoa não tenha, saiba que ela poderá comparecer até uma das agências da Caixa mais próxima de você. Neste caso, é só apresentar o seu número do PIS e um documento com foto para comprovar sua identidade.

Por fim, saiba que o trabalhador também tem a possibilidade de fazer o saque através dos caixas eletrônicos, correspondentes do Caixa Aqui – neste caso é preciso utilizar o seu cartão do cidadão -, ou através de uma casa lotérica.

Minha data de recebimento do PIS passou. E agora?

Não se preocupe! Mesmo tendo datas fixas para pagamento de acordo com o mês de aniversário, o PIS com referência ao ano de 2020 será pago até 28 de dezembro.

Então, basta entrar em contato com a Caixa Econômica Federal e solicitar o seu saque. Não se esqueça de levar seu documento com foto e o número do PIS.

Gostou deste tipo de postagem? Portanto, encaminhe-o agora aos seus familiares e amigos para que eles também saibam a resposta à pergunta “Quem ficou afastado na pandemia tem direito ao PIS?”.

Agora, caso você ainda possua algum tipo de dúvida sobre este assunto, não deixe de colocar sua pergunta aqui nos comentários. Mas, se você tiver alguma sugestão de assunto que deseja se aprofundar aqui na plataforma, é só deixar aqui embaixo também. Estamos ansiosos aguardando o seu contato.

Até a próxima!

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Onde fica o PIS na carteira de trabalho antiga?

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Procurando a resposta sobre a pergunta sobre onde fica o PIS na carteira de trabalho antiga? Então saiba que você chegou no lugar certo! Além de saber a resposta certa, você ainda terá acesso a outras informações.

O PIS ou abono salarial, como é popularmente conhecido, é um dos benefícios mais preciosos para o trabalhador brasileiro. Afinal, através dele é possível fazer parte de diversos programas de recebimento de valores como o FGTS, abono salarial e o seguro-desemprego.

Então, se você quer saber onde fica o PIS na carteira de trabalho antiga, o que é este programa, como fazer para tirar o seu comprovante e outras informações sobre este assunto, continue aqui com a gente e saiba como ter a resposta a essas informações. Confira a seguir.

O que é o PIS?

O PIS, popularmente conhecido como abono salarial (nome do programa que realiza os pagamentos), é um dos benefícios mais importantes da vida do trabalhador de uma empresa privada. Afinal, este Programa de Integração Social (PIS) é uma contribuição social que é paga por pessoas jurídicas.

Devido a este programa, o trabalhador tem o direito, por lei, de receber o abono salarial, FGTS, seguro-desemprego etc.

O valor do PIS também possui participação em receitas de agências e no pagamento do seguro-desemprego.

Quem realiza o cadastro do trabalhador neste sistema é a própria empresa privada que faz o seu registro.

Assim, chamamos de PIS ativo os números que ainda estão ativos, ou seja, os números que ainda possuem seus proprietários vivos.

Em suma, podemos dizer que o número do PIS se refere ao grupo de trabalhadores que possuem o direito para receber os valores anuais de acordo com as datas previstas do abono salarial.

A agência responsável pelo repasse do benefício do PIS é a Caixa Econômica Federal, que distribui aos trabalhadores contribuintes deste programa de benefício.

Mesmo o PIS sendo um benefício antigo em nosso sistema de trabalho, muitas pessoas ainda não sabem muito sobre ele. Inclusive onde fica o seu número na carteira de trabalho ou como emitir o seu comprovante. Portanto, veja a seguir essas informações.

Onde fica o PIS na carteira de trabalho antiga?

Para quem ainda possui o modelo de carteira de trabalho antigo, saiba que para encontrar o número do PIS, basta olhar a primeira página deste documento.

No seu canto superior, comumente ao lado da foto e do nome do trabalhador, fica registrado qual é o número do PIS.

Contudo, há casos também, de carteiras de trabalho ainda mais antigas, de se encontrar o número do PIS em um cartão à parte.

Onde tirar comprovante do PIS?

Tirar o seu comprovante do PIS é bem simples. Portanto, para que você possa emitir este documento, você terá 3 opções diferentes de solicitação.

A primeira opção é comparecer até uma agência da Caixa Econômica Federal mais próxima de você

A segunda forma é realizar a sua consulta através do próprio aplicativo da Caixa ou, como terceira opção, através do seu site oficial.

Lembrando que tudo que é relacionado ao PIS, é tratado com a Caixa Econômica Federal.

Como faço para saber se o número do meu PIS está ativo?

De maneira bem simplificada, há diversas formas de verificar se o seu número do PIS está ativo ou inativo.

Lembrando que qualquer uma dessas consultas, você precisa ter o seu número do PIS em mãos para poder apresentar para ter esta informação.

Assim, você pode encontrar este tipo de informação através das seguintes opções:

  • Através das instruções dadas pela central de atendimento da Caixa Econômica Federal 0800 726 0207;
  • Através do telefone 135 selecionando a opção 5;
  • Na sua carteira de trabalho;
  • No seu cartão cidadão;
  • Online através do site do DATAPREV; ou
  • Solicitando no departamento de Recursos Humanos (RH) de sua empresa.

Depois que tiver os dados em mãos, é só acessar o site do DATAPREV com o número do seu PIS e verificar sua situação. Viu só como é fácil e rápido consultar se o seu número do PIS está ativo?

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NIT é o mesmo que PIS?

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Você sabe o que é PIS? o que é NIT? Mas NIT é o mesmo que PIS? Se você também possui estes questionamentos sobre este tema, saiba que você veio ao lugar certo para colher estas informações.

Tanto se fala, mas pouco se explica sobre os termos PIS e NIT, não é mesmo? São diversas siglas onde cada uma delas oferece um tipo de benefício diferente, seja com ou sem vínculo empregatício. Assim, cada uma delas pode ter um resultado diferente sobre o seu FGTS e também na aposentadoria.

A confusão entre estes conceitos é bem comum, afinal, tratam-se de siglas! Além disso, é importante saber sobre cada uma delas para consulta de saldos de contas como o FGTS e até mesmo para poder receber benefícios sociais.

Então, se você deseja saber sobre o que se trata cada uma destas nomenclaturas que citamos aqui e ver se NIT é o mesmo que PIS, fique tranquilo! Pois vamos te mostrar mais informações sobre cada uma destas siglas. Portanto, continue sua leitura aqui e confira a resposta a esta e outras informações deste tema!

NIT é o mesmo que PIS?

Esta é uma pergunta que fica circulando na mente de muitos brasileiros, não é mesmo?

Então, saiba que a resposta para a pergunta se o “NIT é a mesma coisa que o PIS” é sim!

Contudo, mesmo sendo o mesmo número, a sua forma de geração é diferente de um termo para o outro.

Mas então, qual a diferença do PIS para o NIT?

Como dissemos anteriormente, ambos são números iguais, mas a forma de geração e finalidade destes termos são diferentes.

O NIT também é chamado de NIS, já que é a abreviatura para o Número de Identificação Social (NIS). Neste caso, este número é gerado através de um cadastro feito pela própria Caixa Econômica Federal através do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

O NIS é um tipo de inscrição que dá o direito ao brasileiro ter o recebimento de algum tipo de benefício social advinda do Governo Federal. Este benefício pode ser:

  • A Garantia Safra;
  • O PRONATEC;
  • A Bolsa Família;
  • Entre diversos outros tipos de benefícios.

Em suma, podemos dizer que o NIS ou NIT é um número que identifica o cidadão que possui direito aos benefícios. Até mesmo para aqueles que não possuem vínculo algum com um emprego.

Já o PIS, por sua vez, é um cadastro realizado apenas para quem possui um emprego com carteira assinada em uma empresa privada.

Neste caso, a inscrição é feita logo no primeiro emprego do cidadão. Dessa forma, ele poderá realizar a consulta aos saques dos benefícios disponíveis e administrados pela Caixa Econômica Federal.

Assim, quando um cidadão cadastrado como NIT, possui seu número alterado para PIS. Também podemos dizer que a inscrição do número do PIS passa a ser uma inscrição NIT. Porém com informações mais detalhadas e com os dados do empregador.

Estava cadastrado no NIT e arranjei um emprego. Meu número muda?

Outro questionamento muito comum dos cidadãos que possuíam um número NIT – ou NIS -, e conseguiram ter um emprego registrado.

O número que você tinha como NIT será utilizado como PIS também, sem nenhuma alteração. O que muda são os benefícios, conforme dito anteriormente.

Como receber o pagamento do PIS

Há diferentes formas para você receber o pagamento do PIS ou abono salarial como é o nome do programa que realiza o pagamento deste benefício ao trabalhador.

Para aqueles que possuem:

  • Conta corrente na Caixa Econômica Federal;
  • Conta poupança na Caixa Econômica Federal; ou
  • Conta da Poupança Social Digital.

Saiba que o valor do abono salarial é depositado de maneira automática dentro das datas previstas de acordo com o calendário de pagamento do PIS.

Contudo, já para aqueles cidadãos que não possuem conta nestas citadas acima, saiba que há outras maneiras de fazer o saque.

Neste caso, será preciso comparecer pessoalmente até uma agência da Caixa apresentando o seu número do PIS juntamente a um documento com foto para que eles comprovem a sua identidade.

Além disso, o empregado também tem a opção de realizar os saques através de:

  • caixas eletrônicos;
  • locais que são correspondentes do Caixa Aqui através do cartão do cidadão;
  • casa lotérica.

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Precisa contratar um encanador para desentupir seu ralo?

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A melhor maneira de lidar com um dreno bloqueado é não deixar que isso aconteça em primeiro lugar. Lavar os ralos regularmente com água fervente ou com uma mistura de bicarbonato de sódio, creme de tártaro e sal pode ajudar a mantê-los limpos. No entanto, em algum momento, é provável que os bloqueios cheguem aos seus ralos e, na maioria dos casos, você poderá resolver o problema sozinho, sem precisar recorrer (e pagar) a um profissional; a sua última opção talvez seja contratar os serviços de uma desentupidora

Alguns entupimentos podem ser corrigidos despejando bicarbonato de sódio no ralo, seguido de vinagre e deixando a mistura descansar por algumas horas antes de lavar. O acúmulo de graxa pode ser removido usando bicarbonato de sódio e sal, seguido de água fervente. Você pode usar um êmbolo para cuidar de alguns bloqueios. Cubra as aberturas de transbordamento (se houver) com um pano úmido e encha a bacia com água suficiente para cobrir o bulbo do êmbolo. Empurre a alça para cima e para baixo várias vezes e puxe o êmbolo para cima.

Quando o dreno está bloqueado mais abaixo, ou o êmbolo não está funcionando, pode ser necessário usar um trado ou uma cobra de encanador. Você pode usar o trado através do orifício do bujão da bacia ou da cuba, pelo ralo do piso ou até mesmo pela limpeza principal onde o ralo sai do prédio. Se um dreno externo estiver bloqueado porque as raízes das árvores cresceram através das juntas dos canos, você pode precisar de um trado elétrico ou de um enraizador elétrico (eles podem ser alugados em lojas de materiais de construção ou de aluguel de ferramentas).

As pias de cozinha e banheiros têm sifões que retêm uma quantidade de água para impedir que o gás do esgoto suba e entre em nossas casas. É importante manter essas armadilhas de drenagem para que funcionem adequadamente; é uma boa ideia verificá-los regularmente. Se estiverem bloqueados ou vazando, é possível comprar peças de reposição e trocar o sifão você mesmo. Caso sua residência fique perto de Campinas, poderá pesquisar por desentupidora de esgoto em Jundiaí.

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